RSS

Alvos civis e armas tóxicas: mais crimes em Gaza

31 ago

Israel admitiu ter usado fósforo branco em 2006, contra o Líbano, e em 2008-2009, em Gaza. O problema é ainda mais grave porque vários metais muito tóxicos foram acrescentados às bombas de fósforo branco. Além de ferir, mutilar e matar pessoas no momento em que são aspirados ou tocam a pele, esses metais produzem mutações genéticas.

Baby Siqueira Abrão

A nova investida do governo israelense na Faixa de Gaza levanta algumas questões muito importantes. A primeira é o ataque a alvos civis, segundo documentou o Centro de Direitos Humanos Al-Mezan, de Gaza. Mísseis foram atirados diretamente sobre transeuntes e motoristas, matando-os e matando quem estava por perto. “Trata-se de execução sumária”, protestou o Al-Mezan. Casas, armazéns, plantações, sedes de ONGs e até uma estação de saneamento foram parcial ou totalmente destruídas.

Dessa vez, o primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyhau, foi obrigado a reconhecer que suas forças armadas tinham passado do limite ao recomendar “ataques cirúrgicos” a alvos “militares”. Ele se referia a residências de líderes e campos de treinamento das brigadas palestinas que costumam lançar foguetes Qassam, de fabricação caseira, no sul de Israel. Se até Netanyhau, conhecido pelas posições extremistas e as soluções de força, fez esse tipo de indicação, imagine-se o caos em que se encontra a faixa costeira palestina.

A segunda questão diz respeito às substâncias químicas com que Israel fabrica bombas e mísseis atirados contra a população palestina.

Recentemente, líderes do comitê de luta popular de Al-Wallajah, vila de refugiados próxima a Belém, denunciaram o uso de um tipo de arma desconhecido, de cor preta e tamanho menor do que os cânisters comumente utilizados pelo exército sionista, que liberou um gás muito forte. Esses mesmos líderes viram os soldados israelenses pegarem os cilindros protegidos com luvas grossas e papelão. “É óbvio que eles não quiseram deixar nenhum cânister no terreno, para evitar que descobríssemos que substâncias havia ali dentro”, afirmou Mazin Qumsieh, ativista de direitos humanos e professor da Universidade de Belém.

No primeiro dia de 2011, elementos químicos desconhecidos misturados ao gás pimenta mataram Jawaher Abu Rahmah, 35, pacifista da vila de Bil’in, a 17 quilômetros de Ramallah, na Cisjordânia. Ela sofreu asfixia, ficou inconsciente e foi levada ao hospital, onde faleceu. Médicos que a atenderam desconfiaram de que, pelo conjunto de sintomas que Jawaher apresentou, e pela devastação orgânica causada pelo gás, possivelmente havia fósforo branco misturado a ele. O fósforo branco causa queimaduras profundas dentro e fora do corpo, e pode matar ao ser inalado. Seu poder tóxico e letal levou à proibição de seu uso pelas Convenções de Genebra.

Em 15 de maio deste ano, dia em que os palestinos rememoram a Nakba (catástrofe) – processo em que seu território foi tomado pelos sionistas de maneira violenta, por grupos paramilitares como Irgun e Stern –, os médicos do hospital de Ramallah alertaram para efeitos desconhecidos em ativistas atingidos por bombas de gás pimenta. Houve tontura, sangramento, confusão mental e paralisia temporária. Menos de uma semana depois eu mesma experimentei sintomas parecidos. Quando os soldados começaram a atirar bombas em nossa direção, na manifestação semanal de Bil’in, identifiquei um cheiro diferente, muito mais forte do que o gás costumeiro, e de imediato senti a cabeça pesar. Durante uma semana tive tonturas, cambaleei e fui tomada por um sono intenso, que me fazia dormir dias inteiros. Alertei outros manifestantes, e então soube que alguns – os mais expostos ao gás, como eu – haviam sofrido sintomas semelhantes aos meus.

Israel admitiu ter usado fósforo branco em 2006, contra o Líbano, e em 2008-2009, em Gaza. O problema é ainda mais grave porque vários metais muito tóxicos foram acrescentados às bombas de fósforo branco. Além de ferir, mutilar e matar pessoas no momento em que são aspirados ou tocam a pele, esses metais produzem mutações genéticas. Mais: ao contaminar o solo, o ar, a água e as construções, eles têm efeitos, a médio e longo prazos, ainda não estabelecidos. E sua mistura pode potencializar os danos.

Um dos metais utilizados é o urânio, radioativo, utilizado em usinas nucleares e na produção de bombas atômicas. Sua vida útil é de cerca de 4,5 bilhões de anos (urânio 238) e aproximadamente 700 milhões de anos (urânio 235).

Em Gaza, tecidos retirados de ferimentos das vítimas foram analisados e os resultados, divulgados em 11 de maio de 2010 pelo New Weapons Committee (NWRG), grupo de pesquisadores, acadêmicos e profissionais de mídia que estuda os efeitos das novas tecnologias de guerra. A mídia corporativa, como é de praxe, não noticiou. Com exceção de especialistas e pesquisadores, poucas pessoas souberam da existência dessa pesquisa e de seus resultados.

A nova investida de Israel em Gaza foi analisada por especialistas da NWRG com base em imagens de feridos transmitidas por uma estação de TV de Gaza em 19 de agosto de 2011. “Parece que estamos vendo as mesmas armas usadas em 2008”, concluíram os especialistas. Veja também: http://youtu.be/F9Oeo54lmtc (mas atenção: contém imagens fortes).

Leia, a seguir, a tradução do release do MWRG, feita por mim quando de seu lançamento. É aterrador. O original em inglês pode ser encontrado em http://www.newweapons.org/?q=node/113 e em http://www.newweapons.org/files/20100511pressrelease_eng.pdf. Os destaques são nossos.

“Metais tóxicos e cancerígenos, capazes de produzir mutações genéticas, foram encontrados nos tecidos dos feridos em Gaza durante as operações militares israelenses de 2006 e 2009. A pesquisa foi realizada em ferimentos provocados por armas que não deixam fragmentos nos corpos das vítimas, uma particularidade apontada pelos médicos em Gaza. Isso mostra que foram utilizadas armas experimentais, cujos efeitos ainda são desconhecidos.

Os pesquisadores compararam 32 elementos presentes nos tecidos utilizando o ICP/MS, um tipo de espectrometria de massa altamente sensível. O trabalho, realizado pelos laboratórios da Universidade Sapienza de Roma (Itália), da Universidade de Chalmers (Suécia) e da Universidade de Beirute (Líbano), foi coordenado pelo New Weapons Research Group (NWRG), comitê independente de cientistas e especialistas na Itália que estuda o uso de armas não convencionais e seus efeitos de médio prazo sobre a população de áreas atingidas por guerras. A presença de substâncias tóxicas e cancerígenas nos metais encontrados nos ferimentos é relevante e indica riscos diretos para os sobreviventes, além da possibilidade de contaminação ambiental.

Biópsias dos tecidos foram feitas pelos médicos do hospital Shifa, da cidade de Gaza, que selecionaram e classificaram os tipos de ferimentos. A pesquisa foi realizada em 16 amostras de tecidos, pertencentes a 13 vítimas. Quatro biópsias foram levadas a efeito em junho de 2006, durante a operação “Chuvas de verão”, ao passo que as outras aconteceram na primeira semana de janeiro de 2009, durante a operação “Cast lead”.

Todos os tecidos foram devidamente preservados e, em seguida, analisados pelas três universidades, separadamente.

Alguns dos elementos encontrados são cancerígenos (mercúrio, arsênio, cádmio, cromo, níquel e urânio); outros são potencialmente carcinogênicos (cobalto e vanádio); e há também substâncias que contaminam fetos (alumínio, cobre, bário, chumbo e manganês). Os primeiros podem produzir mutações genéticas, os segundos podem ter o mesmo efeito em animais (ainda não há comprovação em seres humanos), os terceiros têm efeitos tóxicos sobre pessoas e podem afetar também o embrião ou o feto em mulheres grávidas. Todos os metais, encontrados em quantidades elevadas, têm efeitos patogênicos em humanos, danificando os órgãos respiratórios, o rim, a pele, o desenvolvimento e as funções sexuais e neurológicas.

Paola Manduca, porta-voz do New Weapons Research Group, professora e pesquisadora de genética da Universidade de Gênova, comentou: ‘Ninguém ainda realizara análises bióticas em amostras de tecido de feridas. Concentramos nossos estudos nos ferimentos provocados por armas que, segundo os médicos de Gaza, não deixam fragmentos. Queríamos verificar a presença de metais na pele e na derme. Suspeitava-se que esses metais estivessem presentes nesse tipo de armas [que não deixam fragmentos], mas isso nunca tinha sido demonstrado. Para nossa surpresa, mesmo as queimaduras provocadas por fósforo branco contêm alta quantidade de metais. Além disso, a presença desses metais nas armas implica que eles se dispersaram no ambiente, em quantidades e com alcance desconhecidos, e foram inalados pelas vítimas e por aqueles que testemunharam os ataques. Portanto, constituem um risco para os sobreviventes e para as pessoas que não foram diretamente atingidas pelo bombardeio’.

A pesquisa segue dois estudos anteriores conduzidos pelo NWRG. O primeiro foi publicado em 17 de dezembro de 2009 e estabeleceu a presença de metais tóxicos em áreas ao redor das crateras provocadas pelo bombardeio israelense na Faixa de Gaza. O último foi publicado em 17 de março de 2010 e apontou a presença de metais tóxicos em amostras de cabelo de crianças palestinas de Gaza. Ambos apontam para a presença de contaminação ambiental, agravada pelas condições de vida naquele território, que propiciam o contato direto com o solo e, muitas vezes, a vida em abrigos expostos ao vento e à poeira, devido à impossibilidade de reconstruir as moradias, imposta pelo bloqueio israelense a Gaza, que impede a entrada de materiais de construção e das ferramentas necessárias para a reconstrução das casas.”

Trata-se de limpeza étnica, sem dúvida, a médio e a longo prazos. Daqui a bilhões de anos Gaza ainda sofrerá os efeitos dessas substâncias. Haverá alguém lá para testemunhar a tragédia?

Atualização:

O médico Ayman Al-Sahbani, do hospital de Shifa, em Gaza, denunciou em 26 de agosto que as armas usadas pelo exército israelense nos ataques dos últimos dias são piores do que as utilizadas na Operação Cast Lead (2008-2009). A denúncia, feita a Julie Webb-Pullman, de Scoop Independent News: “Queremos que o mundo tome conhecimento do que está acontecendo em Gaza. Precisamos saber que armas são essas. Temos aqui [no hospital] vinte crianças com ferimentos que eu nunca tinha visto, nem mesmo na Operação Cast Lead, quando vi pela primeira vez as queimaduras deixadas pelo fósforo branco. As armas de agora são ainda piores, causam queimaduras terríveis, despedaçam pés, pernas, mãos, enchem os corpos com centenas de pequenos pedaços de metal”.

(original em http://www.scoop.co.nz/stories/HL1108/S00321/gaza-why-is-the-question-my-son-asks-me-dr-al-sahbani.htm)

Jornalista, autora de diversos livros e pós-graduanda em Filosofia. Mora em Ramallah, Palestina, onde é correspondente do jornal Brasil de Fato.

Fonte:

http://www.cartamaior.com.br/templates/analiseMostrar.cfm?coluna_id=5174

 
25 Comentários

Publicado por em agosto 31, 2011 em Uncategorized

 

25 Respostas para “Alvos civis e armas tóxicas: mais crimes em Gaza

  1. surfando na jaca

    setembro 1, 2011 at 1:04 pm

    Tomem cuidado com a Só quero. Perguntem a Geni, lá no Firula.

     
    • JOSE MARIO HRP!

      setembro 1, 2011 at 7:49 pm

      Fascistona e inconsequente!
      Prefere o país na mão do capitalismo selvagem e nunca na mão do povo!
      E quer me enganar!
      Beijinho pau pau uma ova!

       
      • só quero vê no que vai dá!

        setembro 1, 2011 at 9:48 pm

        HRP, nunca quis te enganar… vc sabe!! Mas é difícil admitir certas coisas, né não???
        Beijinho sim,o pau pau é por tua conta… hehehehehe

         
    • só quero vê no que vai dá!

      setembro 1, 2011 at 9:44 pm

      Surf, quem é a Geni além duma retardada?? Vc se identificacom ela??? rsrrs

       
  2. Patriarca da Paciência

    setembro 1, 2011 at 9:48 am

    Mais uma para a trilha sonora do romance entre a “só quero vê no que vai dá” com o Fred:

    Esse outro grande representante da alegria saudável e solidária do povo brasileiro.

     
  3. Jose Mario HRP

    setembro 1, 2011 at 8:11 am

    Se voce estiver interessado em se aprimorar no Assunto, leia este livro:
    A invenção do povo judeu de Shlomo Sand, ed. Benvirá, só o preço é meio salgado+54,90 reais!
    Aí voce tem mais alguns subsidios para analizar o Israel de hoje.
    Livro polêmico e que foi muito vendido em Israel.

     
  4. Patriarca da Paciência

    agosto 31, 2011 at 11:48 pm

    Trilha sonora para o romance da “só quero vê no que vai dá” com o Fred:

     
    • Proftel

      setembro 1, 2011 at 12:06 am

      Patriarca da Paciência:

      Puta que o Pariu!

      Quando estive a última vez em Ponta Grossa nos idos dos 90 comprei um Vinil com essa música, foi indicado por um primo que mora na “Palmerinha” (é Advogado).

      Pois bem, o vinil veio pra Catalão, eu montei infelizmente o “três em um” perto d’uma janela onde pegava “sol” da tarde, esqueci da bagaça enquanto montava a casa.

      Depois d’uns dias, tentei ouvir essa música que você colocou aqui e, nada, o vinil estava todo retorcido, na época (a quatorze anos atrás) não havia como achar isso na Rede.

      Brigadão aí,

      Bração aí, sou fã do Gaúcho da Fronteira.

      🙂

       
    • Proftel.

      setembro 1, 2011 at 2:29 am

      So Quero Vê no Que Vai Dá:

      Sou um eterno apaixonado…

      Ninguém tem a ver com isso…. Ainda morro disso…. .

      (Sou um)

      Sou eterno apaixonado… Um…

      Velho apaixonado é mesma coisa que porco comendo boia quente..

      Se queima tudo e não larga o osso de jeito nenhum

      hahaha

      Uma paixão bagual assim não vem sempre.

      🙂

      (estou casado com a Tia a dezenove anos). com a primeira fiquei um ano e meio – sem filhos -, com a segunda, dois anos e dois meses – dois filhos), Hoje só eu, a Dalva e a Duda (que é nossa sobrinha neta, mora conosco desde os dois anos de idade, hoje está com seis).

      A vida é assim.

      Cheia de fronteiras.

      🙂

       
  5. Proftel

    agosto 31, 2011 at 10:48 pm

    Fred,

    Creio que o pessoal anda sumido por conta justamente do tempo ruim lá no Sudeste.

    A Rede caiu prá eles.

    :-/

     
  6. Jesus era Comunista

    agosto 31, 2011 at 9:35 pm

    Os USA fizeram algumas exterminações populacionais lá mesmo, lá pelos idos do sec 19, conforme documentos liberados recentemente.

    ———————————

    Wiki

    Brasil
    Quadro “Redenção de Can”[6] (1895, avó negra, filha mulata, genro e neto brancos). Para o governo da época, a cada geração o brasileiro ficaria mais branco. Quadro de Modesto Brocos y Gomes.

    O Brasil foi o primeiro país da América do Sul a ter um movimento eugênico organizado. A Sociedade Eugênica de São Paulo foi criada em 1918.[7] O movimento eugênico no Brasil foi bastante heterogêneo, trabalhando com a saúde pública e com a saúde psiquiátrica. Uma parte, que pode ser chamada de ingênua ou menos radical, do movimento eugenista se dedicou a áreas como saneamento e higiene, sendo esses esforços sempre aplicados em relação ao movimento racial.

    Em 1931 foi criado o Comitê Central de Eugenismo, presidido por Renato Kehl e Belisário Penna. Propunha o fim da imigração de não-brancos, e “prestigiar e auxiliar as iniciativas científicas ou humanitárias de caráter eugenista que sejam dignas de consideração”. Medidas que visavam impedir a miscigenação.[8] Higienismo e eugenismo se confundem, no Brasil.[9]

    A Revista Brasileira de Enfermagem passa por três fases em relação à eugenia; conceituação (1931-1951), conflitos éticos, legais e morais (1954-1976), e eugenia como tema do começo do século XX (1993-2002). Expressa três categorias de conceitos:

    1 – luta pelo aperfeiçoamento eugênico do povo brasileiro

    2 – responsabilidade do enfermeiro em relação ao tema

    3 – não há solução para os males sociais fora das leis da biologia.

    [editar] Estados Unidos

    Ver artigos principais: Leis antimiscigenação, Leis de Jim Crow.

    Nos EUA surgiu a eugenia negativa – aliança entre as teorias eugênicas européias e o racismo já existente naquele país -, que consiste na eliminação das futuras gerações de incapazes (doentes, de raças indesejadas e empobrecidos) através da proibição de casamento, esterilização coercitiva e eutanásia. Como teoria, vicejou no final do século XIX, quando os imigrantes não-germânicos eram mal vistos pelos descendentes dos primeiros colonizadores.

    O patrocínio privado à eugenia começou nos EUA, nos anos iniciais do século XX. Financiadores tanto do racismo nos EUA, eram os milionários americanos John D. Rockefeller, Harriman, Carnegie e tantos outros. Ao capital uniram-se cientistas de Harvard, Yale, Princeton e Stanford.

    Charles Davenport dirigia o laboratório de biologia do Brooklin Institute of Arts and Science, em Cold Spring Harbor, em 1903, e lá ao Instituto Carnegie instalou uma estação experimental de eugenia. Apoiado por criadores de animais e especialistas em sementes que participavam do movimento eugenista, criou em 1909 o Eugenics Record Office, registro de antecedentes genéticos de americanos com que pretendia pressionar o governo a criar leis propícias à prevenção do nascimento de indesejáveis. O estado de Indiana foi o primeiro a legalizar a esterilização coercitiva, seguido por outros 27 estados. Foram esterilizadas por determinação legal, nos EUA, cerca de 60 000 pessoas, metade delas na Califórnia.

    O escritório de imigração de Nova York era mantido por doações da companhia Harriman de trens, e submetia imigrantes judeus, italianos e outros à deportação, confinamento ou esterilização.

    Em 1912 foi criado o Comitê Internacional de Eugenia, dominado pelos EUA, e o centro em Cold Spring Harbor era base de treinamento de eugenistas do mundo todo.

    De 1932 a 1972, foi realizado na cidade de Tuskegee (Alabama), o Estudo da Sífilis não Tratada de Tuskegee, que usou afro-americanos portadores de sífilis como cobaias.

    ——————————–

    As tribos dos macacos A destroçando a tribo dos macacos B e C.

    Cara, dá uma vontade danada de saber qual é o vestidinho do lulu do Albert.

    E o homem se acha o máximo.

     
  7. Jesus era Comunista

    agosto 31, 2011 at 9:24 pm

    Prezados companheiros

    Eu tenho passado grande parte do dia fora de casa, o PC que eu acesso o blog fica em casa, assim Proftel é que tem tocado o blog, sózinho e pelo horário dele á tarde não pode entrar na administração do blog porque o PC do trabalho não permite. Assim ele faz a manutenção do blog pela manhã e pela noite quando chega em casa, no bagaço, como ele sempre fala, (tá ficando velhinho, hehehee) . Assim pedimos desculpas aos amigos por estes fatos.
    A sugestão de Brancaleone fica para manhã.

    Tem dois motivos principais de comentários ficarem bloqueados:

    1 – mudança de e-mail ou de nome do usuário

    2 – Mais de um link no comentário

    Como o blog é de graça, pouco podemos fazer para amenizar estes “problemas”

    Assim, pedimos um pouco de paciência por algum inconveniente.

     
  8. só quero vê no que vai dá!

    agosto 31, 2011 at 9:01 pm

    Onde está escrito “Palestinha”, leia-se Palestina!! Sorry!!

     
  9. só quero vê no que vai dá!

    agosto 31, 2011 at 8:58 pm

    Admito, sou muito verdadeira, e confesso sempre aquilo que não sei, não li, não me interei sobre o assunto (do post)., E este assunto é complexo demais. Amanhã terei uma opinião formada… TALVEZ!!! Assuntos assim pedem reflexão…

    Palestinha e Israel são “navios” em rota de colisão, SEMPRE!!! (Não importa a questão!!)

    Posso opinar amanhã??

    Bjs à todos e uma boa noite!!

    Jesus (não é uma cantada,hein? Mas vc é um belo homem!!) hehehe( Se meu marido descobirir EU NEGO!!!) rsrsrsrs Boa noite!!

     
    • Jesus era Comunista

      agosto 31, 2011 at 9:11 pm

      hehehehe

      67 anos, pra lá de Marralesh, maridão nem vai dar bola…hehehe

       
      • só quero vê no que vai dá!

        agosto 31, 2011 at 9:37 pm

        Hehehehe… só prá continuar na brincadeira…. Tenho 52 e meu marido 71 anos…

        Idade não é problema, problema é o intelecto… hehehehe…

        Mas não leva a mal não, Jesus!! Vc não aparenta a idade que tem, nem meu marido.
        Só te elogiei, porque faria o mesmo se te visse ao vivo e a cores..Repito, sou sincera! Nem sempre bem interpretada…. Vc só é um homem bonito… não importa tua idade. E, de lambuja, inteligente. Tua mulher tirou a sorte grande!!! Abs, lindão!!! (Tbém vou negar isto ao meu marido!!)hehehehehe

        Tudo brincadeirinha, viu??? Mas que vc é lindão, É!!! rsrsrsrsrs

        Jesus, Fred, Alfalante… se acostuma comigo, vai??? Bjs!

         
        • Jesus era Comunista

          agosto 31, 2011 at 10:26 pm

          Bjs

           
        • Proftel

          setembro 1, 2011 at 12:48 am

          So Quero Vê no Que Vai Dá! :

          Ôw, tem dó!

          Você sabe falar melhor que isso, sabe mexer em computador melhor que muita “graça” de aí.

          Puississo faça, levante amanhã, não se queixe tanto, tome uma água de côco prá curar a ressaca.

          Se tiver uma porção de polvo frito, aceite.

          🙂

           
        • JOSE MARIO HRP!

          setembro 1, 2011 at 6:14 am

          Tá véia ehin Tia?

           
  10. Proftel.

    agosto 31, 2011 at 8:43 pm

    Agora no período da tarde houve interrupção de energia aqui em Anápolis, os dois servidores IBM “cairam”. Os desgraçados levam quase vinte minutos para reconectarem quando a gente “pega” a interrupção “no ato”.

    Nosso No-Breack está em curto, já a dois meses envio dia sim dia não e-mail solicitando manutenção e, nada. A desculpa é “estamos empenhando …. “.

    Pô!

    Cada Servidor IBM desses custa R$ 32.000,00, o Switch Controlador Dell uns R$ 14.000,00 reais, os quatro switch de 24 portas CISCO R$ 6.000,00 cada.

    O conserto da porra do No-Breack sai por R$ 150,00 orçado aqui.

    Isso é Serviço Público.

    Só não pago o conserto do meu bolso porque estou com 600 contos negativos “no especial” do Banco, já gastei muito por aqui em pequenas coisas que dariam pra cobrir isso nos últimos dezoito meses.

    :-/

     
  11. Jesus era Comunista

    agosto 31, 2011 at 7:53 pm

    E a ONU e os países nada fazem nem vão fazer.

    Duvido muito que o Estado da Palestina seja homologado.

    O mundo está dominado.

    Proftel, no post passado tem uma sugestão para postagem, você poderia postar amanhã?

    É logo o primeiro comentário.

    O título pode ser: O que podemos fazer?

     
    • Jesus era Comunista

      agosto 31, 2011 at 7:55 pm

      Segundo comentário

       
  12. Proftel

    agosto 31, 2011 at 7:17 pm

    Bom, um post com informações interessantes no meu entender.

    Se tudo isso é verdade, (e exceptuando as loucuras dos experimentos humanos nazistas perpetrados por Joseph Menguele e os recentemente veiculados na mídia que entre 1946 e 1948, médicos do sistema público de saúde dos EUA infectaram cerca de 700 cidadãos da Guatemala – prisioneiros, pacientes psiquiátricos e soldados – com doenças venéreas com a justificativa de testar a eficiência da penicilina e, algumas informações indicam a mesma prática na extinta União Soviética), no meu “ponderômetro”, os israelenses estão “pulando o corguinho”.

    Explico:

    Numa situação de desespero, os citados no parágrafo acima testaram, mataram ou deixaram viver, deixaram sequelas para no máximo uma geração adiante (talvez até imune às pragas testadas).

    No caso desses armamentos ora utilizados por Israel, deixará sequelas genéticas permanentes em toda uma população (desde que se, claro, se confirme a utilização de material radioativo – no que lhes adianto, creio).

    Bom, é isso.

    :-/

     
    • JOSE MARIO HRP!

      setembro 1, 2011 at 6:16 am

      Israel pagará o preço de sua falta de limites.
      Sempre é assim.
      O dia chegará por que aqui se paga por todos os nossos atos impensados ou de má fé.
      Coletivamente um povo paga da mesma forma É o principio da afinidade!
      Bom dia e que tristeza saber que o mesmo povo que nos trouxe Albert Eisntein é hoje capaz de tanta atrocidade!

       
      • Jesus era Comunista

        setembro 1, 2011 at 7:55 am

        É uma questão de tempo, o comportamento de Israel não muda, entra século sai século.

        Parece que leio a Bíblia vendo os atos de Israel.

        Outro dia coloquei um dito aqui, algo uma vez dito ao povo de Israel, hoje coloco de novo:

        ” porque eu não irei contigo, para que não suceda exterminar-te eu durante o caminho, visto sedes tu um povo de dura cerviz ”

        Era Deus dizendo a Moisés o que ele deveria dizer ao povo de Israel durante o êxodo.

        Na caminhada do povo de Israel para a terra prometida, mais a frente no tempo, Deus se aporrinha com o povo e como castigo deixa a tribo de Israel vagando no deserto até a morte do último varão da época. Quando todos os homens já formados naquele tempo morressem o povo poderia entrar na terra prometida.

        E vagaram no deserto por 50 anos se não me engano.

        Ou Deus já desistiu dos macacos aqui do planeta, com toda a razão por sinal, ou a coisa vai feder mais dia menos dia.

        Agora, o que realmente me deixa chateado é imaginar o sofrimento do povo bom de Israel em ver como seu país age.

        Uma grande parte do povo quer a paz, quer o convívio com os palestinos. Para esses eu dirijo minhas orações, para que Deus lhes dê força para tornar Israel digno de estar onde está: na terra prometida.

         

Obrigado pelo seu comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

 
%d blogueiros gostam disto: