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Não é bem um post para comentar, é mais curiosidade da época do acesso discado:

10 set

É aquilo que disse aí em cima, só uma curiosidade.

Hoje em dia, qualquer “pastor” diz isso kkkk

Echelon??? Fala…. que eu te escuto….

Muitos de vocês já devem ter ouvido falar no Projeto Echelon, nesse artigo, iremos explicar o que vem a ser o Projeto Echelon

Todas as transmissões eletromagnéticas no mundo são interceptadas, analisadas, filtradas e armazenadas por um sistema global de rastreamento conhecido como ECHELON. Isso inclui rádio, TV, telefone, pager, fax, celular, email, satélite, telex, teleconferência, cabo submarino e qualquer outra forma eletrônica de enviar e receber informações, seja qual for o formato. Outros sistemas rivais coexistem com o Echelon. A coisa toda foi mantida em sigilo durante algum tempo, mas desde 1972 já começaram a pipocar documentos e artigos de investigadores que estavam desconfiando de que algo grandioso e secreto estava acontecendo no mundo das telecomunicações. Logo de cara, esse primeiros pesquisadores foram obviamente tachados de lunáticos, paranóicos e sensacionalistas. Mas de tanto insistirem, acabaram por encontrar documentos oficiais atestando a existência do tal monstruoso aparato. Muitas nações já estão iradas e vêm reagindo cada vez mais violentamente à descoberta.

O que é Echelon???

Echelon é uma palavra-código que identifica um sistema automatizado global de interceptação e processamento que é operado pelas agências de inteligência de cinco países: EUA, Grã-Bretanha, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. Muito embora quem mande mesmo na coisa toda seja a americana NSA (National Security Agency), outras agências fazem parte da tramóia, como a australiana DSD (Defence Signals Directorate) e o CSE (Communications Security Establishment) do Canadá. Acredita-se que o Echelon também trabalhe com a agência inglesa GCHQ (Government Communications Headquarters) e com outras agências pelo mundo afora, configurando acordos que são conseqüências de vários tratados anteriores.

Estes países coordenam suas atividades conforme o acordo UKUSA (UK = United Kingdom/Reino Unido; USA = EUA) sobre inteligência de sinais, que remonta aos idos de 1947. Nesta aliança, os EUA eram a “first party”, enquanto Reino Unido, Canadá, Austrália e Nova Zelândia eram a “second party”.

O projeto Echelon original teve início em 1971, no entanto sua capacidade e suas prioridades se expandiram barbaramente desde que foi idealizado. Estima-se que o Echelon seja capaz de interceptar cerca de 4,8 bilhões de itens de comunicação a cada dia. O sistema chupa todas essas informações indiscriminadamente e em seguida efetua nelas uma filtragem, separando apenas o que é desejado, através da utilização de algoritmos de inteligência artificial. Cerca de 90% do tráfego de mensagens via Internet é interceptado pelo Echelon. Todavia, em função do segredo que ainda envolve o esquema todo, a real capacidade e os objetivos verdadeiros do Echelon permanecem desconhecidos.
Mas, indubitavelmente, as necessidades de processamento de dados para um sistema dessa natureza são, no mínimo, brutais. Segundo um ex-diretor da NSA, vice-almirante William Studeman, “a gerência de informações será o mais importante problema para a comunidade de inteligência dos EUA no futuro”. Em 1992, ele descreveu o tipo de filtragem executada em sistemas como o Echelon: “Um sistema de coleta de inteligência pode sozinho gerar um milhão de itens em meia hora; filtros jogam no lixo a maior parte deles, sobrando apenas 6.500 entradas; apenas 1.000 itens atendem aos critérios automáticos finais; 10 entradas são selecionadas para análise humana e apenas um relatório é produzido”. Estas são as estatísticas de rotina para sistemas do tipo Echelon.
A partir de 1945 nos EUA, a NSA e suas agências predecessoras sistematicamente obtinham tráfego via cabo a partir dos escritórios principais das agências de comunicação. Esta atividade tinha o codinome SHAMROCK e permaneceu secreta durante 30 anos, até que as pessoas começaram a fazer perguntas por ocasião do caso Watergate. Em 8 de agosto de 1975, o diretor da NSA, Tenente General Lew Allen, admitiu formalmente que a “NSA sistematicamente intercepta comunicações internacionais, tanto de voz quanto via cabo”.

Funcionamento

O sistema Echelon coleta dados de várias maneiras. Ele possui inúmeras antenas de rádio baseadas em terra responsáveis por interceptar transmissões via satélite. Possui também diversas estações de interceptação de tráfego por superfície, com antenas nos EUA, Itália, Inglaterra, Turquia, Nova Zelândia, Canadá, Austrália e em muitos outros lugares.
Da mesma forma, o Echelon lança mão de mais de 120 satélites espiões capazes de captar dados que transitam entre outros satélites e informações que se derramam para os céus por ocasião de transmissões de microondas entre cidades. Estes satélites retransmitem estes dados para estações especiais, que são centros de processamento que ficam no solo. Os principais centros desse tipo situam-se nos EUA (perto de Denver, Colorado), Inglaterra (Menwith Hill), Austrália e Alemanha. Torres de microondas como esta, para comunicações entre cidades, derramam inadvertidamente sinais em direção ao espaço.
Satélites de inteligência colocados em órbitas geoestacionárias, tais como o satélite VORTEX da foto, interceptam comunicações em microondas que se derramam entre uma antena e outra em terra. Aliás, o nome original deste satélite era CHALET, mas vazou para a imprensa britânica, tendo que ser rebatizado, desta vez para VORTEX. Em 1987, mais um vazamento, e o novo nome ficou sendo MERCURY.

Estação Menwith Hill, Inglaterra.

A missão dessa estação foi expandida depois de 1985, pois passou a coletar também informações de satélites MERCURY do Oriente Médio. A estação recebeu um prêmio pelo suporte que forneceu às operações navais americanas no Golfo Pérsico de 1987 a 1988. Em 1991, ganhou mais um prêmio pelo suporte dado às operações no Iraque, Desert Storm e Desert Shield. Atualmente a estação de Menwith Hill é o site principal dos EUA para coleta de informações de inteligência contra seu grande aliado, Israel. A equipe da estação inclui lingüistas treinados em hebraico, árabe, farsi, bem como em todas as línguas européias. A estação foi recentemente expandida para incluir links por terra com uma nova rede de satélites espiões lançados em 1994 e 1995, mas cujos nomes permanecem desconhecidos.

Transmissões via Internet

No que tange às transmissões via Internet, o Echelon dispõe de numerosos dispositivos chamados “sniffers” (cheiradores), que coletam informações dos pacotes IP enquanto estes pulam pela nodos da grande rede. Os sniffers são colocados em intersecções-chave dentro da topologia da Internet, os IXP’s (Internet Exchange Points), de modo a coletar emails, transferências de arquivos e tráfego de VPN’s (virtual private networks) operando na Internet. De acordo com um ex-funcionário da NSA, em 1995 havia nove pontos da rede em que sniffers estavam instalados . Os dois primeiros, FIX East e FIX West, eram operados por agências governamentais americanas. Ambas estão intimamente interligadas a estações comerciais da MCI que ficam bem próximas: MAE East e MAE West (vide tabela abaixo). Três outros sites fazem parte do backbone inicial da Internet.

Site Internet

Localização

Operador

Designação

FIX East

College Park, Maryland governo EUA Federal Information Exchange

FIX West

Mountain View, Califórnia governo EUA Federal Information Exchange

MAE East

Washington, DC MCI Metropolitan Area Ethernet

New York NAP

Pennsauken, New Jersey Sprintlink Network Access Point

SWAB

Washington, DC PSInet/ Bell Atlantic SMDS Washington Area Bypass

Chicago NAP

Chicago, Illinois Ameritech/ Bellcorp Network Access Point

San Francisco

San Francisco, Califórnia Pacific Bell Network Access Point

MAE West

San Jose, Califórnia MCI Metropolitan Area Ethernet

CIX

Santa Clara, Califórnia CIX Commercial Internet Exchange

Usa-se também software especial de busca, para varrer Web sites que possam interessar ao sistema. Estes programas são similares aos conhecidos AltaVista e HotBot. A NSA possui seus próprios “bots” (robots). Um deles está apontado para um site em Nova York chamado JYA.COM, conhecido por conter vasta quantidade de informações disponíveis ao público sobre satélites, inteligência e criptografia. Os registros de acesso ao site comprovam que a cada manhã ele é visitado por um bot do National Computer Security Center da NSA, que procura por novos arquivos e faz download de qualquer novidade que lá houver.

Tela de um programa de interceptação do Echelon para tráfego Internet.

 

Tela de um programa de interceptação de pagers usado pelo Echelon.

Cabo submarino

Nem as comunicações submarinas escapam das garras do Echelon, pois graças a artefatos subaquáticos especiais que se grudam nos cabos oceânicos, o sistema também captura essas transmissões. Mergulhadores americanos conseguiram instalar secretamente essas engenhocas em cabos submarinos e uma delas foi encontrada em 1982. É claro que muitas outras devem ainda estar em pleno funcionamento sob os mares, sem que tenham sido ainda descobertas.

Submarino USS Halibut com uma câmara cilíndrica disfarçada na popa. As autoridades diziam que era uma câmara de mergulho, mas na verdade estava soldada ao casco. Era um dispositivo para interceptação de comunicações em cabos submarinos. Em outubro de 1971, este submarino foi até o Mar de Okhotsk a leste da URSS e gravou tráfego num cabo submerso militar na península Khamchatka.

 

Esta é uma câmara destacável de interceptação para cabos submarinos. Foi deixada também em Khamchatka e lá permaneceu até 1982 chupando dados dos russos, até que um ex-funcionário da NSA, um americano ganancioso e pouquíssimo patriota, vendeu para a URSS a localização do aparelho por uma boa grana. O codinome dessa câmara era IVY BELLS, e atualmente encontra-se no Museu da antiga KGB, em Moscou. Outro dispositivo idêntico permaneceu em operação num diferente cabo submarino militar no Mar de Barents até 1992, sem que fosse descoberto.

Fibra ótica

Gravadores indutivos miniaturizados têm sido usados para interceptar tráfego em cabos subterrâneos. Cabos de fibra ótica, por sua vez, não deixam escapar sinais de rádio e não podem ser grampeados dessa maneira. A NSA e outras agências de inteligência gastam rios de dinheiro em pesquisas sobre interceptação de mensagens em fibra ótica, até agora com pouquíssimo sucesso, até onde se sabe. Contudo, quando se trata de longos circuitos de fibra ótica, a coisa fica mais fácil, pois podem ser penetrados os repetidores optoeletrônicos que amplificam os níveis de sinal em cabos que cruzam grandes distâncias.

Outros métodos

Convém lembrar que os métodos “jurássicos” de espionagem e coleta de informações também podem ser usados, caso os tentáculos do Echelon não consigam capturar algum item de informação que seja do interesse de alguma das agências. As nações envolvidas no sistema também treinam agentes especiais capazes de instalar uma variedade de implementos especiais de coleta secreta de dados e grampos de alta sofisticação. Um desses aparelhos é um kit completo de processamento, do tamanho de uma maleta comum. Há também um avançado receptor de rádio que é menor do que um cartão de crédito.

Cada procedimento de coleta tem um nome-código dentro do Echelon. No caso dos grampos telefônicos, o esquema tem o nome de Mantis. Quando se trata de telex, a operação se chama Mayfly.

Outra forma de coletar informações transmitidas eletricamente, esta bem mais sofisticada e onerosa, é através de ataques Tempest, em que as emanações eletromagnéticas de um aparelho são captadas à distância por equipamentos de alta sensibilidade. Assim, é possível mirar um sensor para o seu teclado e capturar o que está sendo digitado, ou então interceptar o fluxo elétrico digital entre o seu disco rígido e a placa-mãe, ou até mesmo captar as emanações elétricas do que é exibido na tela do seu monitor de video. A defesa contra esse tipo de ataque é colocar todos os equipamentos e cabos dentro uma blindagem especialchamada “Tempest shield” (escudo Tempest), equipamento de altíssimo custo, geralmente usado apenas por órgãos governamentais que lidam com dados altamente sigilosos.

Seja como tenham sido capturados, depois de engolir esses dados crus, o Echelon dá uma boa peneirada neles usando um outro sistema chamado DICTIONARY (dicionário), que é constituído por uma matriz de computadores interligados e que encontra informações pertinentes através da busca por palavras-chave, endereços, etc. Tais programas, como por exemplo o Memex, têm a função de filtrar a gigantesca quantidade de dados absorvidos diariamente pelo Echelon. Além disso, são dinamicamente parametrizáveis, ou seja, durante sua execução podem ser direcionados a prestar atenção em novas palavras-chave que atendam a uma busca em especial num dado momento.

Em 1991, um programa da TV britânica exibiu uma reportagem sobre o computador Dictionary no escritório da GCHQ em Westminster, Londres. Segundo o tal programa, estes computadores seriam operados por equipes especiais da British Telecom (BT). A presença de computadores similares já foi confirmada também em Kojarena (Austrália) e em Cheltenham (Inglaterra).

O Sigilo

Os governos envolvidos no Echelon fizeram o máximo para manter o sistema sob segredo mundial, mas a coisa começou a desabar no momento em que vazaram informações na Austrália (através do DSD) e na Nova Zelândia, mais tarde até confirmadas pelos governos desses dois países. Mais recentemente, alguns pesquisadores do National Security Archive (não confundir com a National Security Agency) encontraram documentos, anteriormente “top-secret”, mas atualmente desclassificados, que comprovam a existência do Echelon.
O muro do silêncio começou a ruir fragorosamente quando entrou em cena um dos mais empenhados investigadores do Echelon, Duncan Campbell, jornalista investigativo e produtor de TV da IPTV Ltd. de Edinburgh, Escócia. Duncan divulgou em 12 de agosto de 1988 um artigo intitulado “Somebody’s listening” (Alguém está escutando), na publicação NEW STATESMAN. Escreveu também um outro excelente trabalho: “ECHELON: NSA’s Global Electronic Interception”. Porém a mais notável contribuição deste investigador foi o texto editado em abril de 1999: “Interception Capabilities 2000”

Em paralelo a tudo isso, o escritório do Parlamento Europeu do STOA (Scientific and Technical Options Assessment) divulgou dois relatórios cabeludíssimos que descrevem as atividades do Echelon, trazendo à tona uma quantidade incrível de evidências que nos levam a crer que a capacidade de todo o sistema Echelon é ainda maior do que se pensava.

O primeiro desses relatórios é intitulado: “An Appraisal of Technologies of Political Control” e sugere que o Echelon primariamente objetivava vigiar cidadãos civis. É um documento completíssimo e terrível. Vale a leitura.

Segundo este relatório, diferentemente da maioria dos sistemas eletrônicos de espionagem desenvolvidos nos tempos da Guerra Fria, o Echelon foi projetado para visar primariamente alvos não-militares: governos, organizações e empresas em virtualmente qualquer país. As nações integrantes do Echelon forneceriam umas às outras seus dicionários locais, contendo palavras especiais, frases, cifras numéricas, indicadores codificados, nomes de pessoas e de lugares e outros “anzóis” que serviriam para capturar blocos de dados relevantes que seria, em seguida, enviados para o país que os requisitou.

Ao mesmo tempo em que o Echelon reúne pilhas e pilhas de informações sobre terroristas em potencial, narcotraficantes, criminosos, pedófilos, negociantes de armas e outros representantes da escória da Humanidade, há também um vasto material armazenado centrado em inteligência financeira, comercial, industrial, agropecuária, estratégica, diplomática, mineral, científica e econômica, em especial, um monitoramento bastante intenso sobre todos os países participantes das negociações do GATT.

Em seu brilhante artigo de 1998 sobre o tema, “Exposing The Global Surveillance System”, o jornalista neozelandês Nicky Hager identificou que as prioridades do Echelon voltaram-se principalmente para inteligência militar e política, com aplicações aos amplos interesses das nações integrantes do sistema. Exemplo flagrante disso é a forte vigilância estabelecida pelo GCHQ britânico sobre instituições ativistas presumivelmente benéficas mas que, diz o bom-senso, deveriam de algum modo estar pisando no calo de algum tubarão. As entidades espionadas nessa ocasião foram a Anistia Internacional e a Christian Aid.

Desdobramentos

Um oficial do governo italiano andou fuçando o nosso querido Echelon e conseguiu algumas provas bastante contundentes de que o sistema estava espionando cidadãos europeus em violação a leis italianas e internacionais. O Parlamento da Dinamarca também deu início a investigações sigilosas sobre a questão do Echelon.

Nos próprios EUA, alguns comitês começaram a fazer barulho, já tendo conseguido arrancar algumas declarações formais do governo. Tanto é que, para acalmar os mais nervosinhos, o Presidente Clinton deu um soco na mesa, exigindo (para inglês ver, com o perdão do trocadilho) que a NSA exponha a base legal para o funcionamento do Echelon e de programas similares. Da mesma forma, representantes do Congresso americano andaram cutucando aqui e ali e conseguiram manter a discussão aberta em cima do tema.

E para arrematar, em mais um exemplo de como o povo de um país pode se insurgir contra atos reprováveis de seu governo, diferentemente da letargia de nosso povinho brasileiro com relação aos desmandos e à falta de vergonha na cara tão comuns entre nossos governantes e políticos de plantão, a entidade EPIC (Electronic Privacy Information Center) abriu um processo contra o governo americano, com o objetivo de obter documentos que descrevam claramente os padrões legais sobre os quais opera o famigerado Echelon.

O Destino das Informações

Originalmente, o propósito do Echelon era proteger a segurança nacional dos EUA. Tal objetivo ainda se mantém vivo. Por exemplo, de acordo com fontes no DSD australiano, sabe-se que o sistema está coletando informações sobre a Coréia do Norte. A propósito, existe um ótimo FAQ concentrado sobre as implicações do Echelon com relação à Austrália.

No entanto, como já dissemos, os interesses do Echelon ultrapassam o âmbito da segurança nacional, tendendo muitas vezes para o lado da espionagem industrial descarada. No funcionamento do esquema todo, apenas altos funcionários governamentais têm controle sobre as tarefas executadas pelo Echelon. Porém, uma vez capturadas e digeridas, as informações mais valiosas e críticas são encaminhadas para diversos destinos pelas mãos destes mesmos altos funcionários. Dessa forma, ocorre com bastante freqüência que grande parte desses dados secretos sejam entregues a companhias americanas, de modo a colocá-las em franca vantagem com relação a seus competidores menos informados. Em suma, é uma baita duma safadeza. Mas acalme-se irmão, é assim mesmo que são as coisas. O mundo é dos espertos.

Como se não bastasse, há receio de que as ações do Echelon estejam sendo usadas para calar a voz de dissidências políticas. Essas preocupações são descritas em detalhe no supra-citado documento produzido pelo STOA. E o pior de tudo é que não há ainda nenhuma forma conhecida de impedir tais abusos de poder.

Participantes
EUA

National Security Agency(NSA)
Grã-Bretanha
Government Communications Headquarters(GCHQ)
Canadá
Communications Security Establishment(CSE)
Austrália
Defence Signals Directorate(DSD)
Nova Zelândia
Government Communications Security Bureau
Estações em terra
Menwith Hill
Yorkshire
Morwenstow
Cornwall
Bad Aibling
Baviera
Geraldtown Station
Austrália ocidental
Shoal Bay
Norte da Austrália
Misawa
Japão
Waihopai
Nova Zelândia
Yakima Firing Center
200 km a sudoeste de Seattle
Leitrim
Canadá
Sugar Grove
200 km a sudoeste de Washington

 

 

Estações ECHELON

ESTAÇÃO

PAÍS

ALVO

LOCALIZAÇÃO

Ayios Nikolaos

Chipre rádio alta-freqüência Leste de Chipre

Bad Aibling

Alemanha satélites espiões dos EUA e microondas  

Cheltenham

Grã-Bretanha satélites europeus  

Chicksands

Grã-Bretanha rádio alta-freqüência  

Colorado

EUA satélites do Pacífico Buckley Field, Denver

Geraldton

Austrália Intelsats do Pacífico e do Índico Perto de Kojarena, Oeste da Austrália

Hong Kong

China (desativada antes de 1997) Intelsats do Pacífico Oeste e do Índico Leste. Transferida para Shoal Bay.  

Karamursel

Turquia rádio alta-freqüência  

Misawa

Japão Satélites japoneses, soviéticos e chineses  

Ilhas Ascensão

Atlântico Sul (existência não confirmada) Intelsats do Atlântico Sul  

Leitrim

Canadá satélites comerciais Ontario

Menwith Hill

Grã-Bretanha satélites espiões dos EUA e microondas  

Morwenstow

Grã-Bretanha Europa e oceanos Atlântico Leste e Índico Altos penhascos junto ao mar em Sharpnose Point, Cornwall

Pine Gap

Austrália satélites espiões dos EUA e microondas Perto de Alice Springs

Puerto Rico

EUA satélites do Atlântico Sabana Seca

San Vito dei Normanni

Itália rádio alta-freqüência  

Shoal Bay

Austrália Satélites chineses norte da Austrália

Sugar Grove

EUA Intelsats do Atlântico, Américas do Norte e do Sul 250 km a sudoeste de Washington DC, nas montanhas Shenandoah de West Virginia

Tangimoana

Nova Zelândia transmissões de rádio North Island

Waihopai (codinome Flintlock)

Nova Zelândia Intelsats do Pacífico Blenheim, ao norte da South Island

Yakima

EUA Intelsats do Pacífico e Atlântico, Inmarsat-2 do Pacífico Yakima Firing Centre, 200 km sudoeste de Seattle, entre Saddle Mountains e Rattlesnake Hills

Estações de terra

Diversos microondas  

 

Existem Provas???

É muito difícil que alguém venha a provar que o Echelon esteja sendo usado para fins malignos ou ilegais, no uso dos fabulosos recursos de espionagem ao seu dispor. Trata-se de uma operação altamente secreta, que é levada a termo com pouca ou quase nenhuma vigilância superior, seja por parte de parlamentos ou por cortes nacionais. Destarte, quem detém o controle sobre essa gigantesca máquina não vai dar com a língua nos dentes de jeito nenhum. O pouco que se sabe vazou de funcionários insatisfeitos, informantes incógnitos e documentos que não foram desclassificados com o devido cuidado.

Mas há sim, provas circunstanciais, de que o Echelon esteve envolvido em invasões de privacidade, como nos casos das duas entidades ativistas citadas anteriormente. Houve também casos de espionagem industrial contra empresas como a Airbus Industrie e a Panavia, em que informações sobre elas foram repassadas aos seus competidores americanos.

muitos dizem que a finada Lady Di, a adorável princesa de Gales, pode ter sido vítima da vigilância eletrônica do Echelon. Segundo o jornal Washington Post, a NSA admitiu possuir arquivos secretos sobre a princesa, contendo, entre outros itens, gravações de conversas telefônicas interceptadas. Observe-se aqui que neste caso são os EUA espionando uma cidadã (e que cidadã!) inglesa, ou seja, aliado fuxicando aliado. Muito embora as autoridades da NSA aleguem que a princesa nunca foi o alvo direto, a divulgação dessas informações dá uma palhinha da forma sub-reptícia e instrusiva com que o Echelon opera.

Se tais alegações se provarem verdadeiras, então as agências de inteligência controladoras do Echelon podem ter infringido inúmeras leis em diversos países. Muitas nações têm leis específicas no sentido de proibir tais invasões de privacidade, como por exemplo a Alemanha. No entanto, há suspeitas que o Echelon tenha usado de subterfúgios para se desviar destas restrições legais. Por exemplo, ao invés de usar um espião de um certo país para investigar cidadãos ou empresas deste mesmo país, a tarefa era designada para um agente estrangeiro.

Outros Sistemas

Não se pense que o Echelon é o único sistema de espionagem eletrônica em funcionamento. Outros esquemas semelhantes de coleta de inteligência existem em países como Alemanha, França, Índia, Israel, Paquistão, Suíça e Rússia, entre outros. A entidade russa FAPSI (Federalnoe Agenstvo Pravitelstvennoi Svyazi i Informatsii, agência federal para informações e comunicações da Rússia) opera grandes estações em Lourdes (Cuba) e na baía de Cam Ranh (Vietnã). A BND da Alemanha (Bundesachrichtendienst, agência de inteligência estrangeira alemã) e a DGSE da França (Directorate General de Securite Exteriere, agência de inteligência estrangeira francesa) colaboram com o site de Kourou, na Guiana Francesa, visando satélites norte e sul-americanos. O DGSE também possui bases de coleta em Domme (Dordonha, França), na Nova Caledônia e nos Emirados Árabes Unidos. A Suíça também já tem duas estações COMSAT de interceptação.

Da mesma forma que o Echelon, todos esse outros países cometem lá seus excessos, incluindo dar vantagem a companhias nacionais, repassando para elas informações sigilosas de seus concorrentes. Mas, sem sombra de dúvida, o Echelon é o mais abrangente de todos esses sistemas, tanto por ser o mais antigo, quanto por ser financiado por somas astronômicas oriundas de fontes financeiras que podem ser as mais condenáveis possíveis.

Segundo as investigações de Duncan Campbell, já existem sistemas em funcionamento capazes de interceptar e processar qualquer forma moderna de comunicações, com raríssimas exceções. No entanto, ao contrário do que se divulga às vezes na Imprensa, ainda não existe um sistema automático capaz de selecionar, simplesmente pela voz de quem fala, se uma determinada ligação telefônica é ou não é relevante para efeitos de inteligência. Mesmo que já se tenha investido mais de 30 anos em pesquisas sobre este tema, o problema ainda é por demais complexo. Por outro lado, sistemas de reconhecimento de voz ou de “voiceprints” já existem e operam normalmente.

Em paralelo, correm esforços diplomáticos americanos no sentido de firmar acordos internacionais que exijam a inserção de sistemas eletrônicos secretos em equipamentos usuais de comunicação para usuários finais, no sentido de permitir que agências de inteligência tenham acesso às conversas e trocas de informações. O primeiro passo nesse sentido, e que causou o maior bafafá na ocasião, foi o Clipper chip, que se queria instalar por lei em todo telefone ou fax que tivesse recursos de criptografia. Depois que os ativistas cansaram de espernear contra o Clipper, diversas outras ações e processos com nomes diferentes já foram desenvolvidos silenciosamente e, a esta hora, já devem estar em pleno uso pelo pobre cidadão desavisado.

O porque de tudo isso?

Portanto, se você não se comunicar usando telepatia, sinais de fumaça, berros, gestos, pisca-pisca de lanterna nem bandeirolas, é bem provável que o Echelon vá capturar a sua mensagem. Nesse ponto, para quem quer privacidade de verdade, especialmente na troca de emails pela Internet, recomenda-se um software robusto de criptografia como o PGP (Pretty Good Privacy). Mas siga o conselho do criador do software, Phil Zimmermann: fique com as versões mais antigas, como a 2.6.3i e, de preferência, pegue o código-fonte e compile-o você mesmo.
Há quem acredite que o Echelon é um mal necessário, pois se a Humanidade tivesse sido deixada ao léu, sem uma vigilância atenta, o mundo já teria ido pelos ares umas trinta vezes. Segundo esses extremistas, a massa do povão é burra e ignorante mesmo e ponto final. E o Echelon estaria aí pra ficar.

O pequeno probleminha é decidir quem tem o direito de ficar bisbilhotando as informações alheias, paramentado como o juiz do mundo. E mais, uma vez de posse dessa descomunal e valiosíssima massa de informações, quem garante que haverá justiça na utilização de todo esse aparato? No entanto, mesmo para estas perguntas capciosas existe resposta à altura — o brinquedo é de quem chegar primeiro e de quem for mais forte para não permitir que se-lho tomem. Pois bem, já houve quem tivesse a idéia antes dos outros e esse alguém tinha saúde suficiente para manter o status quo.
Mas um dia a casa cai. Até há pouco ainda estava dando para manter o Echelon debaixo dos panos. Todavia, do jeito que a coisa vai, será um tanto difícil para o Titio e sua turma se manterem por mais muito tempo como os únicos donos da carne-seca.

Thomson-CSF/Brasil

Segundo o detalhado relatório de Duncan Campbell, em 1994 a NSA interceptou chamadas telefônicas entre a empresa Thomson-CSF e o Brasil, referentes a negociações do Projeto SIVAM, um sistema de vigilância de US$ 1,3 bilhões para a região amazônica brasileira. Diante do que se levantou com essa captura de voz, concluiu-se que houve corrupção na jogada, pois supostamente iriam molhar a mão dos membros do nosso admirável governo responsáveis pela seleção do sistema a ser adquirido. Que calúnia, meu Deus! São todos tão ilibados e probos… Fato é que, com a operação devidamente cancelada, o contrato foi cedido sem concorrência (ora vejam!) à empresa americana Raytheon Corporation, que mais tarde anunciou que “o Departamento de Comércio dos EUA trabalhou muito duro para dar suporte à indústria americana neste projeto” — santa cara de pau! Ou seja, o Echelon detectou a roubalheira e usou-a para favorecer a Raytheon, que por outra dessas coincidência fabulosas, é a empresa que provê manutenção e serviços de engenharia para a estação Echelon em Sugar Grove. E mais, nosso sistema de radar da Amazônia deve estar cheio de “backdoors”, apenas esperando que o Titio bata para deixar ele entrar e fazer a festa.

Operações parecidas aconteceram envolvendo a Arábia Saudita num negócio de US$ 6 bilhões (Airbus versus Boeing Co. e McDonnell Douglas Corp.) e o Japão, no caso dos padrões de emissão de gases em veículos japoneses e depois em 1995, nas negociações sobre importação de veículos japoneses de luxo.

Houve espionagem semelhante também na participação francesa nas negociações do GATT em 1993 e na conferência econômica da Ásia e do Pacífico (APEC) em 1997. Aliás, este último incidente está muito bem documentado em uma, duas e três páginas na Web.

Estações Echelon

Antena de interceptação de rádio de alta-freqüência AN/FLR-9, com 400 m de diâmetro, situada no 6950° Grupo de Segurança Eletrônica, do Centro de Operações Conjuntas do Departamento de Defesa dos EUA, na cidade de Chicksands, Inglaterra.
 
Placa do DODJOCC (Department of Defense Joint Operations Centre Chicksands) na estação da NSA em Chicksands. [imagem: ] Terminal terrestre de satélites em Etam, West Virginia, conectando a Europa com os EUA via Intelsat IV. Esta é uma antena legal, conhecida e comum.
 
O GCHQ britânico construiu em 1972 uma estação-sombra secreta idêntica à de Etam para interceptar mensagens Intelsat para a aliança UKUSA.
 
Site para interceptação de satélites em Sugar Grove, West Virginia, mostrando seis antenas direcionadas para a satélites regionais da Europa e do Atlântico.
 
Estação de interceptação em Menwith Hill, Inglaterra, com mais de 22 terminais de satélite. É a maior estação do sistema Echelon, empregando mais de 1.200 funcionários.
 
Antena de 30 metros na Composite Signals Organisation Station, em Morwenstow, Inglaterra, interceptando comunicações de satélites regionais dos oceanos Atlântico e Índico.
 
Estação do Canadá em Leitrim, logo ao norte de Ottawa, usada para interceptar satélites latino americanos.
 
Estação neo-zelandesa, que automaticamente intercepta comunicações via satélite para aliados estrangeiros. O governo trabalhista da NZ que aprovou a construção desta estação não estava a par dessa aplicação, pelo menos assim dizem eles. (Foto: Marlborough Express)
 
Um dos dois pratões numa estação britânica de espionagem em Cornwall que, em conjunto, interceptam comunicações via fone e telex cobrindo os oceanos Atlântico e Índico.
 
A controvertida estação Pine Gap na Austrália central é uma estação principal de terra para satélites espiões dos EUA.
Foi crescendo mais e mais depois da Guerra Fria. Hoje são ao todo 12 “bolas de golfe”. Desempenha um papel chave na estratégia militar americana

 

Links Relacionados

 
Artigo de Kevin Poulsen: “Echelon Revealed”, de 9 de junho de 1999 Carta do diretor do DSD australiano, Martin Brady, para o repórter Ross Coulhart, da Nine Network Australia 2, de 16 de março de 1999 página1 e página2
Artigo de Greg Lindsay: “The Government Is Reading Your E-Mail”, no Time Digital Daily de 24 de junho de 1999 Artigo: “Calls for inquiry into spy bases”, do One News, em 28 de dezembro de 1999
Artigo de Nicholas Rufford: “Spy Station F83”, do Sunday Times em 31 de maio de 1998 Comentários do chairman Porter J. Goss sobre o “Intelligence Authorization Act for Fiscal Year 2000”
Artigo de Ross Coulhart: “Big Brother is listening”, de 23 de maio de 1999 Documento de inteligência referente à ativação das unidades Echelon
Echelon watch The National Security Agency Declassified
The Government Is Reading Your E-mail Quão forte é a criptografia da NSA
Careful they might hear you Somebody’s listening 1988
Calls For Inquiry Into Spy Bases Documento histórico: US Electronic Espionage – A Memoir (1972)
Uncle Sam and his 40000 snoopers (1973) NSA Admits to Spying on Princess Diana
Protótipo civil experimental do Echelon – (Fax via satellite) the mini-Echelon system Machine Demonstrates Superhuman Speech Recognition Abilities
Espionnage The French Listen In To Their Allies as Well New Navy supported machine recognizes spokenwords better than humans
The new space invaders Artigo: ECHELON spy network is eavesdropping on the whole world
DSD Defence Signals Directorate  

 

 

 

 
30 Comentários

Publicado por em setembro 10, 2011 em Uncategorized

 

30 Respostas para “Não é bem um post para comentar, é mais curiosidade da época do acesso discado:

  1. Proftel

    setembro 11, 2011 at 2:06 pm

    O Surf anda sumido….

    Será que assustou com o Echelon?

    Creio que a maioria dos Confrades não tinha dimensão do que é nem a noção do que há por aí em matéria de vigilância.

    🙂

     
  2. Proftel

    setembro 11, 2011 at 2:00 pm

    Pessoal, há novo post aí em cima, escolhi o texto a dedo.

    🙂

     
  3. JOSE MARIO HRP!

    setembro 11, 2011 at 11:41 am

    Paul Simon cantou isso aí lá no ponto zero!
    Será que os americanos conseguem entender a beleza dessa mensagem?

     
  4. Jose Mario HRP

    setembro 11, 2011 at 10:57 am


    Sem palavras………

     
  5. Patriarca da Paciência

    setembro 11, 2011 at 9:36 am

    Proftel,

    ontem eu estava me lembrando das coisas que “rolavam” nos meus tempos de primário.

    “Bom jogador é meu caralho, que joga com duas bolas e ainda cospe na cabeça do pito”.

    Aí em Anápolis, já no ginásiso aprendi umas boas: “O cagão é sempre o último a falar e o primeiro a apanhar”.

    Outra boa aí de Anápolis: “Em panela de merda, quanto mais mexe, mais fede”.

     
    • Proftel

      setembro 11, 2011 at 1:59 pm

      Patriarca da Paciência:

      Não sabia que você é de Anapolis.

      Não sente falta do sol daqui? Quando vou a Sampa fico deprimido com aquele ceu sempre cheio de nuvens.

      🙂

       
  6. Jose Mario HRP

    setembro 11, 2011 at 9:11 am

    Faz uns 10 minutos que assisto filmes dos arredores de NY, no momento do ataque as torres gemeas.
    São pessoas que choram ao ver o desastre, mulheres com lágrimas nos olhos, homens desesperados, gente sem reação aparente e muitos dizendo a mersma coisa:
    Matem eles.
    Vamos a guerra já.
    Pulverizem-os.
    Uma nação que cultiva a guerra como virtude e a vingança como algo decente.
    Vivem mal e o ódio é uma semente forte.
    Não podem ser lideres de um mundo bom para todos.

     
  7. Proftel

    setembro 10, 2011 at 10:59 pm

    Pessoal, vou nessa, só dormi uma hora e meia de ontem prá hoje.

    Bração aí.

    🙂

     
  8. JOSE MARIO HRP!

    setembro 10, 2011 at 10:19 pm

    O Alex me vem com os Catalinas , os hidro aviões e suas milhares de missões desde os anos 30 até os anos 80 , mundo afora!
    Os pilotos dele foram os maiores pilotos de avião do mundo!
    Meu pai esteve na Marinha de 39 até 52!
    Depois Petrobrás!
    Alex, voce esatá perturbando um cara que inveja os caras do passado, que deram sangue pela pátria!

     
    • Proftel

      setembro 11, 2011 at 4:56 pm

      HRP:

      Queria eu tá no comando d’um Catalina naqueles tempos…..

      🙂

       
  9. JOSE MARIO HRP!

    setembro 10, 2011 at 10:01 pm

    Alex e Fred EU NÃO POSSO SER HIPÓCRITA PORQUE SEI QUE “NOSSO LAR” É SÓ O COMEÇO!
    ESCREVER SOBRE ALGO QUE NÃO DOMINO ?
    Seria hipocrisia.
    O que virá é só de cada um , na sua estrela e via.
    O Brasil se classificou a Olimpiuada no basquete e a moçada aqui vibrou!
    O futuro sempre é por conta de nós todos!
    Avante!

     
  10. JOSE MARIO HRP!

    setembro 10, 2011 at 9:46 pm

    AH! Alex, o Ray Conniff é uma das mais lindas coisas a ser ouvidas!
    Mamãe ouve e chora e me dá uns beijos extemporaneos!
    E EU adoro eles!
    Amigão, dá um beijão na esposa e na tua menina moça!
    Fica sempre com deus!

     
    • Proftel

      setembro 10, 2011 at 10:01 pm

      HRP:

      Brigadão, será dado aliás, a Dalva e a Duda estão aqui.

      Uma última do velho baú (e olha que não sou agringalhado – mas a música deles é boa):

      🙂

       
  11. Jose Mario HRP

    setembro 10, 2011 at 9:34 pm

    MOÇOS…….NAIMA….O CLASSICO:

     
    • Proftel

      setembro 10, 2011 at 9:40 pm

      HRP:

      Com todo respeito, não assimilo nem entendo essa música, se me desculpe.

      🙂

       
    • Proftel

      setembro 10, 2011 at 9:50 pm

      Dá nos nervos HRP;

      Tem base não, não tem nexo, não tem letra, é só “baruio agudo”.

      Se me desculpe HRP, tentei ouvir quatro vezes, não dá prá chegar no fim.

      🙂

       
  12. JOSE MARIO HRP!

    setembro 10, 2011 at 9:00 pm

    Estamos na Olimpiada, e nosso basquete foi mil!
    Valeu moçada do bem!
    Deus pai, que jogão!
    NA OLIMPIADA SEREMOS MAIS UM?
    QUE SE DANE!

     
  13. Jose Mario HRP

    setembro 10, 2011 at 8:43 pm

    Brasil quase lá na Olimpiada, BASQUETE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    DEZ MILLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL
    Alexxxxxxxxxxxxxxxxxxx irmão………………………………

     
  14. Jesus era Comunista

    setembro 10, 2011 at 8:22 pm

    Excelente Proftel. Grande contribuição.

    Quem pode, pode, quem não pode, se sacode.

    Estava vendo o Jornal da Band agora.

    Matéria: 11/09/2011 – a emissora apregoa a invasão do Iraque como resposta ao ato terrorista.

    Pois é os USA fazem direitinho o dever de casa.

    O Irã que se prepare, um ano? seis meses?

    Quem viver verá.

     
    • Proftel

      setembro 10, 2011 at 8:31 pm

      Fred:

      É coisa do arco da velha, viste bem que dilui o título/chamada né?

      hehe

      Quem tem cú tem medo kkk.

      :-))))))))))))))) rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

       
    • Proftel

      setembro 10, 2011 at 9:35 pm

      Fred, a merda é que naquele tempo a gente não se ligava em “fonte”, te juro, não sei d’onde copiei a bagaça.

      Os links abriam num dia e sumiam no outro, esse mesmo, eu perdi uma pá de imagens, só consegui salvar o texto na maioria do post.

      :-/

      Se alguém aí achar, tanto eu quanto você teremos dignidade em dar os créditos né?

      🙂

       
      • Jesus era Comunista

        setembro 10, 2011 at 9:56 pm

        Quem não deve não teme.

        Faço questão de assinar em baixo.

         
  15. JOSE MARIO HRP!

    setembro 10, 2011 at 8:16 pm

    ESTOU VENDO, DE NOVO, o “Nosso lar”!
    Assim seja e amem!

     
  16. JOSE MARIO HRP!

    setembro 10, 2011 at 8:12 pm

    Foi a Gwim que postou?

     
    • Proftel

      setembro 10, 2011 at 8:27 pm

      HRP:

      Não, fui eu mesmo.

      Se quizer te mando por e-mail o .doc.

      🙂

       
      • Proftel

        setembro 10, 2011 at 8:41 pm

        HRP:

        Aliás, eu não postei nada do “nosso lar”, postei esse troço aí em cima e um link para o que fizemos na vida passada em Catalinas, só isso.

        🙂

         
  17. Proftel

    setembro 10, 2011 at 8:00 pm

    É um texto longo tanto quanto antigo mas, dá uma “luz” no que hoje ocorre (e como “rolam” as coisas.

    hehe.

    🙂

     
    • Proftel

      setembro 10, 2011 at 8:26 pm

      Não sou “foda”.

      “Foda” foi meu pai que deu um “toque” sobre isso, eu só pesquisei na época.

      🙂

       
      • Patriarca da Paciência

        setembro 11, 2011 at 9:14 am

        Proftel,

        ontem eu estava me lembrando das coisas que “rolavam” nos meus tempos de primário.

        “Bom jogador é meu caralho, que joga com duas bolas e ainda cospe na cabeça do pito”.

        Aí em Anápolis aprendi uma boa: “O cagão é sempre o último a falar e o primeiro a apanhar”.

        Outra boa aí de Anápolis: “Em panela de merda, quanto mais mexe, mais fede”.

         

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