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Open do sogro:

22 out

Meu sogro tadinho, sairá de ônibus amanhã de Formoso-GO (divisa com Tocantins) de buzum, chegará lá pelas seis/sete da noite (uma viagem d’uns 580 Km como se diz aqui, “direto” (direto parando)).

Aqui em casa está tudo preparado, ele ficará no quarto da Duda, Duda dormindo com a patroa e eu na cama do escritório.

A família achou por bem ele ficar aqui. Da penúltima vez ficou com a gente na outra casa, foram cinco dias incríveis; da última ficou com a patroa dele na casa DELE, não guentou, ficou dois dias.

Espero que dessa vez “seu Chiquinho” fique pelo menos uns quinze dias conosco (ele adora gatos/netos/bom papo).

“Seu Chiquinho” é um mártir, era caminhoneiro, puxava toras do interior de São Paulo/norte do Paraná de caminhão na época da construção de Brasília, depois começou a puxar alimentos.

Antes disso trabalhou com pedras preciosas no interior da Bahia; quando adolescente tocava tropas d’uma cidade pra outra.

O cara foi rico, chegou a ter uma frota de caminhões, dois supermercados, criou cinco filhos (três mulheres e dois homens), os deixou um legado de conhecimento, nada físico – todos estudaram em escola particular e nunca pagaram aluguel enquanto viviam com a mãe.

Ele sifu quando catou dois irmãos que moravam no Rio de Janeiro e botou os caras prá tocar os “supermercados”, os caras não eram bem casados e faliram o véio (até hoje ele não conversa com os irmãos).

Juro prôceis, do mesmo jeito que gosto da minha sogra gosto do “seu Chiquinho” (e não é só porque ele é meu fiador kkkk).

Seu Francisco… Meu sogro…

Se Deus quizer ele estará comigo aqui amanhã…

🙂

 
35 Comentários

Publicado por em outubro 22, 2011 em Uncategorized

 

35 Respostas para “Open do sogro:

  1. Patriarca da Paciência

    outubro 27, 2011 at 9:22 pm

    Proftel,

    sugestão de post:

    Partido da Imprensa Golpista

    “O Partido da Imprensa Golpista (comumente abreviado para PIG ou PiG) é uma expressão usada por órgãos de imprensa e blogs políticos de orientação de esquerda para se referir a órgãos de imprensa e jornalistas por eles considerados tendenciosos, que se utilizariam do que chamam grande mídia como meio de propagar suas ideias e tentar desestabilizar governos de orientação política contrária.[1]
    Uso do termo
    A expressão foi popularizada pelo jornalista Paulo Henrique Amorim em seu blog Conversa Afiada, mas, segundo ele, foi inspirada em um discurso do deputado petista Fernando Ferro.[2] Amorim, quando utiliza o termo, escreve com um i minúsculo, em alusão ao portal iG, do qual foi demitido em 18 de março de 2008, no que descreve como um processo de “limpeza ideológica”. De acordo com ele, até políticos teriam passado a fazer parte do PIG: “O partido deixou de ser um instrumento de golpe para se tornar o próprio golpe. Com o discurso de jornalismo objetivo, fazem o trabalho não de imprensa que omite; mas que mente, deforma e frauda.[3]
    O termo também é utilizado pelos jornalistas Luiz Carlos Azenha e Rodrigo Vianna em seus blogs, em referência a eventos ocorridos no Brasil e no exterior.[4][5] De maneira geral, hoje a expressão é bastante usada em parte dos sites e blogs de esquerda no Brasil.[6]
    O próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva dá respaldo à ideia contida no termo quando reclama: “Quem faz oposição nesse país é determinado tipo de imprensa. Ahhh, como inventam coisa contra o Lula. Se eu dependesse deles para ter 80% de aprovação, teria zero.”[7]
    [editar] Definição e contextualização

    Protesto contra o jornal Folha de S. Paulo, realizado em 2009.
    O termo é utilizado para se referir à qualidade do jornalismo praticado pelos grandes veículos de comunicação do Brasil, que seria, segundo seus criadores e utilizadores, demasiadamente conservador e que teria o intuito de prejudicar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e membros de seu governo de forma constante.
    De acordo com Amorim, o termo PIG pode ser definido da seguinte forma:
    Em nenhuma democracia séria do mundo jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político — o PiG, Partido da Imprensa Golpista[8]
    —Paulo Henrique Amorim
    Amorim afirma ainda que a imprensa brasileira seria golpista sempre que o presidente da república é de origem trabalhista, ao mesmo tempo a imprensa nunca publicaria absolutamente nada contra presidentes de origem não trabalhista. O PIG, segundo ele, teria sua origem com Carlos Lacerda, que ajudou a “matar Getúlio Vargas”; teria continuado travando sua luta contra Juscelino Kubitschek e João Goulart, até se aliar à ditadura militar; teria perseguido o governo Brizola; e agora conspiraria contra o governo Lula.[3]
    O cientista político Wanderley Guilherme dos Santos declarou, em entrevista à revista Carta Capital em 2005: “A grande imprensa levou Getúlio ao suicídio com base em nada; quase impediu Juscelino de tomar posse, com base em nada; levou Jânio à renúncia, aproveitando-se da maluquice dele, com base em nada; a tentativa de impedir a posse de Goulart com base em nada.”[9]. Na opinião de Santos o papel da imprensa livre é o de “tomar conta, sim. Desestabilizar, não. A estabilidade não pode depender de militar, nem da Igreja, nem da imprensa”.[9].
    A expressão também fez parte de um discurso do deputado federal pernambucano Fernando Ferro, do Partido dos Trabalhadores (PT), em que sugeriu que Arnaldo Jabor assumisse o cargo de presidente do PIG.[10]
    Na opinião de Marcus Figueiredo, cientista político ligado ao Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ) os grandes jornais de circulação nacional do Brasil “adotam um híbrido entre dois modelos de pluralismo: formalmente, no discurso ético de autoqualificação diante dos leitores, procuram associar-se aos conceitos e rituais de objetividade do jornalismo americano, como é possível constatar nos slogans, diretrizes oficiais, manuais de redação, cursos de jornalismo. No entanto, na produção do impresso diário, o que vimos são diferenças no tratamento conferido aos candidatos, de amplificação de certos temas negativamente associados a Lula, contraposto à benevolência no tratamento de temas espinhosos relacionados aos seus adversários”.[11]
    O jornalista Maurício Dias, colunista de Carta Capital, expressa opinião semelhante ao dizer, traçando um paralelo entre a grande imprensa brasileira e a FOX News (acusada pela diretora de Comunicações da Casa Branca de operar “como um setor de comunicações do Partido Republicano”) que a mídia brasileira é dirigida por uma única orientação: “o candidato do PT não pode vencer”.[11]
    Críticas semelhantes foram feitas pelo jornalista Mário Prata em entrevista ao Diário de Natal:
    “A imprensa brasileira está podre. Os grandes jornais, as coisas que são consideradas grande imprensa no Brasil, como Folha de S. Paulo, Globo, Estadão, Jornal Nacional, Veja, para mim são piadas. Todos esses que eu citei têm ódio do Lula, é um ódio doentio, é uma coisa que me dá medo. Outro dia peguei o Estadão e tinha oito chamadas na capa falando mal do governo, algumas coisas que ocorreram há sete anos. Meu filho casou-se agora com uma repórter da editoria de política do Estadão, e o Serra ligou para ela antes do casamento. “Julia, eu soube que você vai se casar, mas você não vai ter lua de mel, né? Você não pode ter lua de mel agora.” Por aí você vê como Serra está dentro do jornal.”[12]
    Em entrevista concedida ao portal Terra, Cláudio Lembo, vice-governador de São Paulo eleito pela coligação PSDB-DEM e governador desse estado entre março e dezembro de 2006 (após a renúncia de Geraldo Alckmin para concorrer à presidência), também criticou o engajamento político da imprensa no contexto da eleição presidencial brasileira de 2010:
    “A mídia está engajada, tem um candidato que é o Serra e com isso se perdeu o equilíbrio, vem o desequilíbrio, é desse embate que nasce a intranquilidade… mas ela é transitória. Havendo só um grande vencedor no pleito, que é o movimento social, e estando a mídia engajada como que está… disso nasce essa intranquilidade.”[13]
    Em 30 de setembro de 2010 o periódico francês Courrier International publicou uma matéria sob o título “Une presse très remontée contre Lula”, em que opina que o presidente Lula enfrentaria uma oposição por parte da imprensa liderada por quatro grupos: Folha de S. Paulo, Grupo Abril, O Globo e O Estado de S. Paulo.[14] No artigo, o autor Paul Jürgens chega a acusar o tom da oposição de caricatural.

    Levantamento nos três jornais mais vendidos do Brasil, de 28/8 a 27/9.[15] Das 90 capas publicadas, estudo de blog de esquerda concluiu que 61 eram negativas para candidatura presidencial do PT, enquanto apenas 3 eram positivas.
    O portal de orientação de esquerda Brasil de Fato realizou um levantamento sobre o comportamento dos três jornais de maior circulação no Brasil ante a campanha de Dilma Rousseff, candidata do PT para a Presidência da República em 2010.[15] O estudo foi feito a partir das manchetes de primeira página publicadas em 30 dias que antecederam a votação de primeiro turno, (entre os dias 28 de agosto e 27 de setembro). Constatou-se que a maior parte dos temas abordados foram ligados às eleições, com a grande maioria das manchetes adotando um enfoque desfavorável para a candidata do PT.
    No período analisado, O Globo não teria publicado nenhuma manchete positiva à candidata do PT, contra 21 manchetes negativas. Foram ainda três neutras e seis tratando de outros assuntos, como Economia ou Internacional. Já a Folha de S. Paulo teria veiculado duas manchetes positivas à campanha petista (“Lula vai à TV e afirma que Serra partiu para baixaria”, no dia 8, e “Desemprego é o menor, e renda é a maior em 8 anos”, no dia 24). No entanto, foram dezoito manchetes negativas, além de uma neutra e nove sobre temas diversos. O Estado de S. Paulo, (único dos três a declarar, em editorial, apoio ao candidato José Serra), teria sido o campeão em negativas com relação a Dilma: foram 22 capas negativas em apenas um mês. O Estado trouxe uma manchete positiva à petista (“Inquérito da PF esvazia tese de crime político na receita”, no dia 16), três neutras e quatro abordando outros assuntos.
    Após relutar em aceitar a idéia de termos como o “PIG”,[16] o jornalista Luís Nassif hoje defende que parte da mídia brasileira vem atuando, sim, de forma a alcançar o protagonismo político-partidário. Nassif enxerga essa atuação política mais incisiva como parte de uma tendência mundial, iniciada por Rupert Murdoch, fundador da emissora americana FOX News. O jornalista afirma que, no Brasil, esse movimento se manifestou num pacto entre quatro grandes grupos de mídia para fazer oposição ao governo trabalhista do PT. Para Nassif, são esses quatro conglomerados – Globo, Abril, Estadão e Folha – que vêm comandando a oposição política brasileira de 2005 até hoje.[17][18]
    [editar] Ato “Em defesa da democracia e contra o golpismo midiático”
    Em 23 de setembro de 2010 representantes de partidos políticos e entidades de esquerda fizeram, em São Paulo, um ato intitulado “Em defesa da democracia e contra o golpismo midiático”. Nessa ocasião, o presidente do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, Altamiro Borges, leu o documento “Pela ampla liberdade de expressão”, em que defende a mídia alternativa e propõe solicitar a abertura dos contratos e contas de publicidade de grandes empresas de comunicação.
    O presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo e secretário-geral da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), José Augusto Camargo, também leu uma nota, intitulada “Em defesa dos jornalistas, da ética e do direito à informação”.
    Distorcer, selecionar, divulgar opiniões como se fossem fatos não é exercer o jornalismo, mas, sim, manipular o noticiário cotidiano segundo interesses outros que não os de informar com veracidade. Se esses recursos são usados para influenciar ou determinar o resultado de uma eleição configura-se golpe com o objetivo de interferir na vontade popular. Não se trata aqui do uso da força, mas sim de técnicas de manipulação da opinião pública. Neste contexto, o uso do conceito “golpe midiático” é perfeitamente compreensível.
    —José Augusto Camargo.[19]

    [editar] Composição
    Conforme a opinião daqueles que se utilizam do termo, seriam três as famílias que manipulariam a opinião pública, dominariam e condicionariam o noticiário de todo o país, através dos seus órgãos de imprensa: os Marinho (Organizações Globo), os Frias (Grupo Folha) e os Mesquita (Grupo Estado).[3]. Estas três famílias controlam alguns dos principais orgãos da impressa no Brasil, tais como os jornais O Globo, Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo, e o portal UOL. Também são incluídos os Civita (Grupo Abril), que publicam a revista Veja. Paulo Henrique Amorim também limitou a esses quatro grupos a composição do “PIG” em entrevista à revista Imprensa em junho de 2011.[2]
    Em artigo de março de 2010, o jornalista Gilberto Maringoni, colaborador da agência de esquerda Carta Maior, sugeriu que o Fórum Democracia e Liberdade de Expressão, promovido pelo Instituto Millenium, entidade brasileira que afirma defender o “Estado de Direito, liberdades individuais, responsabilidade individual, meritocracia, propriedade privada” como valores,[20] reuniria a imprensa golpista.[21]
    [editar] A internet e o PIG
    Para o jornalista e escritor Fernando Soares Campos,[22] “sem a internet, dificilmente Lula teria sido eleito; se fosse, não assumiria; se assumisse, teria sido golpeado com muita facilidade. O PIG é forte, é Golias, mas a internet [está] assim de Davi!”.[1] Para Campos, a existência da Internet interferiria com o monopólio da informação por parte dos grandes grupos midiáticos, e essa interferência dificultaria os golpes.[1]
    Segundo o Observatório da Imprensa, a Internet teria criado dificuldades para a grande mídia brasileira dar o suposto golpe no Governo Lula[carece de fontes?], como ocorreu com Jango (presidente da República entre 1961 e 1964, quando começou a ditadura militar). Na atualidade, com múltiplos meios de comunicação — muitos baseados em livre troca de informações entre as pessoas — controle da informação teria se tornado mais complexo, devido à grande facilidade de se buscar informações de fontes diversas sobre o assunto.
    O jornalista Luís Nassif afirma que existe um pacto entre quatro grandes grupos de mídia – Globo, Abril, Estadão e Folha – que tem comandado a oposição política brasileira desde 2005. Ele defende que o reverso desse movimento é o desabrochar da sociedade civil na Internet. Para Nassif, estruturas como blogs, ONGs, OSCIPs, sindicatos e movimentos sociais, estão entrando na rede e passando a disputar, com os grandes grupos midiáticos, pela audiência e pelas opiniões políticas.[17]
    [editar] Criticismo
    Como um dos maiores divulgadores do termo “PIG”, Paulo Henrique Amorim é acusado por Reinaldo Azevedo de promover duas campanhas eternas: uma seria eleitoral, a outra seria contra a Folha de S. Paulo e seu diretor de redação. Azevedo afirma que tudo isso seria feito com o patrocínio do Governo, através da Caixa Econômica Federal.[23]
    Segundo os oponentes do termo, a imprensa apenas denunciaria irregularidades nas administrações públicas. J.R. Guzzo, colunista de Veja, questionou o termo “PIG”, afirmando que quando a imprensa publica denúncias é acusada por governistas de “desestabilizar” o Brasil.[24] A revista, em editorial de agosto de 2004 criticando a tentativa de criação do Conselho Federal de Jornalismo (classificado pela publicação como um “ataque à liberdade de imprensa” por parte do Governo Lula[25]), escreveu que “a qualidade da imprensa deve ser sempre medida por seu grau de independência nas relações com os governos”, que seriam “tanto melhores quanto mais [preservassem] a liberdade de seus críticos”.[26]
    Para o jornalista Pedro Doria, editor-chefe do jornal O Estado de S. Paulo, a manifestação de uma polaridade ideológica intolerante é incapaz de explicar a realidade social complexa.[27][28]
    Por sua vez, Sergio Leo julga que a grande imprensa é excessivamente complexa para poder ser rotulada desta maneira, pois abarcaria opiniões e pautas muito variadas.[29]
    Para Roberto Romano, filósofo da Unicamp, “toda vez que é cobrado e criticado, [o presidente Luiz Inácio Lula da Silva] volta à cantilena das elites golpistas, da imprensa golpista e apela para a sustentação entre as massas e os movimentos sociais”.[30]
    Jânio de Freitas, em coluna na Folha de S. Paulo, afirma que “os meios de comunicação brasileiros nunca deixaram de ser parte ativa nos esforços de conduzir o eleitorado. Sua origem e sua tradição são de ligações políticas, como agentes de facções ou partidos, tanto de direita quanto de esquerda. Só em meado do século passado dá-se a primeira e derrotada tentativa, no Jornal do Brasil, de prática desconectada de segmentos políticos.”[31]
    [editar] Declaração de Maria Judith Brito
    Em entrevista ao jornal O Globo a presidente da Associação Nacional de Jornais e executiva da Folha de S. Paulo, Maria Judith Brito, afirmou que o governo se incomoda com a imprensa, criticou fortemente o terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos e fez a seguinte declaração:
    A liberdade de imprensa é um bem maior que não deve ser limitado. A esse direito geral, o contraponto é sempre a questão da responsabilidade dos meios de comunicação. E, obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada. E esse papel de oposição, de investigação, sem dúvida nenhuma incomoda sobremaneira o governo.
    —Maria Judith Brito, presidente da Associação Nacional de Jornais.[32]

    A declaração de Maria Judith Brito foi bastante criticada por repórteres e intelectuais, bem como por autoridades ligadas ao governo. As críticas focaram no aparente reconhecimento de que a imprensa estaria, de fato, assumindo um papel de oposição. Em artigo publicado na Carta Maior, Jorge Furtado afirmou que a presidente da associação teria assumido que a grande imprensa do país “virou um partido político” e a criticou por não questionar a “moralidade de seus filiados [ao] assumirem a ‘posição oposicionista deste país’ enquanto, aos seus leitores, alegam praticar jornalismo”[33]. Luciano Martins Costa, do Observatório da Imprensa, fez crítica semelhante, afirmando que “o risco maior para a imprensa vem da própria imprensa, quando os jornais se associam para agir como um partido político”.[34] O ministro Paulo Vannuchi, titular da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, também criticou a declaração, afirmando que a imprensa “vem confundindo um papel que é dela — informar, cobrar e denunciar — com o papel do protagonismo partidário”.[35] Washington Araújo, no Observatório da Imprensa, questiona: “será papel dos meios de comunicação substituir a ação dos partidos políticos no Brasil, seja de situação ou de oposição? (…) Em isso acontecendo… não estaremos às voltas com clássica usurpação de função típica de partido político? E não seria esta uma gigantesca deformação do rito democrático?”.[36]
    [editar] Opinião do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
    No contexto da campanha eleitoral de 2010, o então presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva havia tecido várias críticas à atuação de parte da imprensa brasileira que, segundo ele, estaria agindo como um partido político de oposição.
    No dia 18 de setembro, logo após as primeiras declarações de Lula, a Associação Nacional de Jornais havia lançado nota que afirmava:[37] “É lamentável e preocupante que o Presidente da República se aproxime do final de seu segundo mandato manifestando desconhecimento em relação ao papel da imprensa nas sociedades democráticas.”
    [editar] Manifesto “Pela democracia e liberdade de imprensa”
    Poucos dias depois, em 22 de setembro de 2010, num ato em frente à faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), juristas, artistas e intelectuais lançaram um documento que proclamava ser “um manifesto em defesa da democracia e da liberdade de imprensa e de expressão”. A manifestação, iniciativa de intelectuais ligados à oposição, contou com a presença do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Carlos Veloso, e de juristas como Miguel Reale Júnior, ex-ministro de FHC, e Hélio Bicudo.[38]
    Hélio Bicudo fora vice-prefeito da cidade de São Paulo na gestão de Marta Suplicy, tendo se afastado do Partido dos Trabalhadores em 2005.[39] Foi ele quem leu, ao microfone, o texto do manifesto, que fala em riscos de autoritarismo:
    É inconcebível que uma das mais importantes democracias do mundo seja assombrada por uma forma de autoritarismo hipócrita, que, na certeza da impunidade, já não se preocupa mais em valorizar a honestidade[40]
    Há também critica à ação de grupos acusados de atuar contra a imprensa:
    “É aviltante que o governo estimule e financie a ação de grupos que pedem abertamente restrições à liberdade de imprensa, propondo mecanismos autoritários de submissão de jornalistas e de empresas de comunicação às determinações de um partido político e de seus interesses.”
    O ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior disse que jornalistas estão sendo ameaçados:
    Basta entrar nos sites do PT para ver as ameaças que estão sendo feitas a jornalistas, para saber qual o órgão de imprensa que tem que ser empastelado primeiro. Ou seja, há um clima de radicalização.[38]
    Não existe mais liberdade de se denunciar aquilo que envergonha o país, que é a maracutaia dentro do Palácio do Planalto[41]
    Na opinião dele, o ato que iria acontecer em 23 de setembro de 2010, promovido por centrais sindicais e pelo PT, de crítica à imprensa, é “um processo imensamente perigoso de radicalização”. Reale Júnior afirmou:
    Na medida em que ele passou a denunciar a imprensa, a dizer que não precisa de formador de opinião, a dizer que a opinião somos nós, esta é uma ideia substancialmente fascista. Ele com sua posição de presidente da República, sai de sua cadeira da presidência para ser insuflador contra a imprensa. Isto é perigoso[41]
    Hélio Bicudo também disse que Lula é presidente em horário integral e criticou o presidente por supostamente usar seguranças da Presidência em comícios:
    Ele tenta desmoralizar a imprensa, tenta desmoralizar todos que se opõe ao seu poder pessoal. Ele (Lula) tem opinião, mas não pode usar a máquina governamental para exercer essa opinião — disse Bicudo, para quem o Brasil está à beira do risco de um governo autoritário[42]
    O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, afirmou em 22 de setembro de 2010, em entrevista, que há no país hoje “uma chantagem sobre a imprensa brasileira”. Segundo ele, a liberdade de imprensa “é a condição para a existência da democracia”.[43]
    Em matéria na revista IstoÉ, os repórteres Octávio Costa e Sérgio Pardellas criticaram as acusações do ato e afirmaram que seria o manifesto, e não o presidente, que teria inclinação antidemocrática:
    O que parece ter sido esquecido no manifesto oposicionista de tendências golpistas é que a democracia é exercida pelo voto. O temor de uma vaga autoritária por parte do governo é deslocado da realidade. Não reflete o momento que o Brasil vive. Não há sinais concretos de que o presidente Lula tenha atentado contra a liberdade de imprensa. Ele vem fazendo apenas críticas pontuais, direito que não pode ser negado a qualquer cidadão, muito menos ao presidente. De resto, desde a luta contra a ditadura, Lula mostrou-se defensor intransigente das liberdades democráticas.[44]
    Considerando esse acirramento dos ânimos com a proximidade da votação em primeiro turno, Bresser Pereira (PSDB), ex-ministro nos governos de Fernando Henrique Cardoso e de José Sarney, afirmou que argumentos como o desse manifesto não tinham base na realidade.[45] Após o resultado das urnas, Bresser voltou ao tema. O cientista político afirmou que falar em riscos à democracia durante as eleições de 2010 foi atitude “profundamente antipolítica e antidemocrática”:
    Quando setores da sociedade e militantes partidários afirmaram que a candidata eleita representava uma ameaça para a democracia, para a Constituição e para a moralidade pública, estavam retomando uma prática política que caracterizou a UDN (União Democrática Nacional), o partido político moralista e golpista que derrubou Getulio Vargas em 1954.[46]
    Em resposta ao manifesto supramencionado, foi também elaborado outro manifesto, intitulado “Carta ao Povo Brasileiro”, assinado por juristas de renome como Celso Antônio Bandeira de Mello e Dalmo de Abreu Dallari, bem como por vários presidentes regionais da OAB. A carta afirma que o governo Lula vem preservando a democracia e também promovendo a consolidação dos valores democráticos. Quanto ao tema específico da liberdade de pensamento, o manifesto afirma:
    Nos últimos anos, com vigor, a liberdade de manifestação de idéias fluiu no País. Não houve um ato sequer do governo que limitasse a expressão do pensamento em sua plenitude. Não se pode cunhar de autoritário um governo por fazer criticas a setores da imprensa ou a seus adversários, já que a própria crítica é direito de qualquer cidadão, inclusive do Presidente da República.[47]””

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_da_Imprensa_Golpista

     
  2. Jose Mario HRP

    outubro 26, 2011 at 10:27 am

    Pois é pois é…..e la nave vá!
    E o monstro inflacionário do ideário tucanóide/pefelento não rugiu!
    http://www.tijolaco.com/mas-a-inflacao-nao-ia-estourar-a-meta/

     
  3. Jesus era Comunista

    outubro 26, 2011 at 7:21 am

    Esse chimpazinho vai dar trabalho.

    http://br.noticias.yahoo.com/video-flagra-bebe-gemeo-fugindo-do-berco.html

    Para descobrir como um dos filhos gêmeos fugia do berço, uma mãe instalou uma câmera no quarto das crianças. Ela acreditava que o “fujão” fosse ajudado pelo irmão, mas o vídeo mostra que o bebê age sozinho. Ele escala o berço e pula para fora, enquanto o irmão apenas o observa.

     
  4. Jose Mario HRP

    outubro 25, 2011 at 6:07 pm

    Morangos para as gatas /garotas/esposas!
    E isso para o direitões!:
    http://www.viomundo.com.br/denuncias/anonymous-desmascara-a-veja-um-show-de-manipulacao.html

     
    • surfando na jaca

      outubro 25, 2011 at 6:58 pm

      Antes de ler a Veja é sempre bom comer morangos para evitar danos ao estômago. Dizem que dá até diarréia.

       
  5. surfando na jaca

    outubro 25, 2011 at 10:56 am

    Tia, notícia para o Proftel e suas Skór. Morango nele!

    Uma dieta rica em morangos pode exercer um efeito benéfico na prevenção de doenças gástricas
    Uma equipe de pesquisadores italianos, sérvios e espanhóis confirmou o efeito protetor dos morangos no estômago de um mamífero prejudicado pelo álcool, informou nesta segunda-feira a Universidade de Granada, que participou deste estudo

     
  6. surfando na jaca

    outubro 25, 2011 at 10:22 am

    Broncão, deixa de ser burraldo. Um princípio da lei e da democracia é o direito a julgamento e defesa. Até mesmo os nazistas que cometeram atrocidades inomináveis foram julgados em Nuremberg. Aquilo que se viu foi selvageria.
    O Azeredo deve estar querendo eliminar qualquer menção dele com o mensalão para ver se aspessoas esquecem. Não vai dar certo.

     
  7. Jose Mario HRP

    outubro 25, 2011 at 8:06 am

    CUIDADO!
    ALERTA TOTAL!
    O VELHO TUCANO MATREIRO TENTA APRONTAR A SUA OBRA PRIMA!
    http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/azeredo-vai-tentar-votar-o-ai5-digital-nesta-quarta.html

     
  8. BRANCALEONE

    outubro 25, 2011 at 7:23 am

    Já que é open…

    Percebi algumas vozes pró kadafi tanto aqui quanto em outros meios de comunicação. Até a Dilma ficou com peninha do sujeito – aliás bem de acordo com a posição da “dipromassia” petista – Teve tambem o hugo chávez e acho que o Fidel que entre um surto psicótico e outro lembrou quem era kadafi e onde fica a Líbia.
    Por aqui acho que o Carecão achou a vendeta popular um tanto quanto exagerada.
    Uns até usaram o argumento de que “Líder não pode ser morto assim”
    Pois eu achei a morte do cara rápida e soft demais. Por mim ele deveria ter sido morto a golpes de cortador de unhas – uma biliscada a cada Líbio que ele matou ao longo de 42 anos de ditadura.
    Alguns acham que ser lider é só aproveitar-se do poder, enriquecer, matar e torturar e depois curtir um bem remunerado exílio ou asilo em algum país qualquer – tipo assim Idi Amin Dada –
    Ser Líder é comer o filé mas depois roer o osso. Ser ditador é ter o glamour e a grana do cargo mas também é arriscar-se a enforcamentos, apedrejamentos e fuzilamentos – que o digam Ma. Antonieta, Mussolini e tantos outros.
    De qualquer maneira kadafi teve menos, muito menos do que merecia.
    Se ele não tivesse sido morto pelos seus, teria sido morto pelos governos russos, americanos, ingleses, egípcios e tantos outros que ao longo destes 42 anos tiveram relações corruptas e assassinas com ele – verdadeiros cúmplices!
    Boa viagem kadafi. Que o inferno se aqueça ainda mais para recebê-lo e que a eternidade por lá lhe pareça ainda mais longa!!!

    P.S. – E kadafi, vai preparando aí um lugarzinho pro imperador da Síria. Ele já já vai juntar-se a voce…

     
    • surfando na jaca

      outubro 24, 2011 at 10:35 am

      Essa gente da tucanagem tem um furor tremendo de privataria. Acho que colocaram a mae na zona.

       
  9. Proftel

    outubro 23, 2011 at 5:28 pm

    Seu Francisco chegou!

    Já está bem alojado na suíte, arrumei uma jaqueta daquelas de segurar neve pra ele (aqui tá um puta frio, cês nem imaginam), a patroa arrumou um par de chinelos também, ele esqueceu de trazer.

    O almoço/janta já está no ponto, só estamos esperando seu chiquinho tomar banho pra traçar o rango.

    Duda já foi avisada e está em trânsito.

    Por aqui tudo nos conformes.

    🙂

     
  10. Tia (@tiadalva)

    outubro 23, 2011 at 3:45 pm

    Papai ama Nelson Gonçalves:

     
  11. Tia (@tiadalva)

    outubro 23, 2011 at 12:32 pm

    Bem, já que é open eu vou dizer uma coisa pra vocês: Eu sou uma senhora de meio século de vida, mas meu coração é totalmente adolescente. Tenho muita imaginação e sou capaz de ficar horas sonhaaaaaaaaado e sonhos não envelhecem:

    Beijos da Tia!

     
    • Tia (@tiadalva)

      outubro 23, 2011 at 12:36 pm

      E acho que marido é meio assim também, por isso as histórias dele são mais ou menos verdade. Haja licensa poética!

       
    • surfando na jaca

      outubro 23, 2011 at 1:33 pm

      Tia, o Proftel já melhorou da tremedeira? Que ressacão!

       
      • Tia (@tiadalva)

        outubro 23, 2011 at 1:38 pm

        Ressaca? Ele cura com outra, Olha Surf, passarinho que come pedra sabe o fiofó que tem. Né não??

         
        • surfando na jaca

          outubro 23, 2011 at 2:27 pm

          Com toda certeza, Dona Tia. Nesse caso então é do fiofó até o cerébro,passando pelo figueredo.

           
  12. Jose Mario HRP

    outubro 23, 2011 at 7:07 am

    Sortudo até em matéria de sogro!
    Bom dia, Alex e para todos!

     
    • Tia (@tiadalva)

      outubro 23, 2011 at 12:38 pm

      Bom dia Agá!

       
    • Proftel

      outubro 23, 2011 at 1:23 pm

      HRP:

      Bom dia!

      Estava assistindo uns documentários sobre porta-aviões e submarinos nucleares, coisa de doido.

      🙂

       
    • surfando na jaca

      outubro 23, 2011 at 1:32 pm

      Boa tarde, Joseph.

       
  13. surfando na jaca

    outubro 22, 2011 at 11:26 pm

    Broncão é que dá sorte com sogros e sogras. Um alemão e outro italiano??? Acho que o Broncão gosta dos países do Eixo.

     
  14. Proftel

    outubro 22, 2011 at 11:08 pm

    Surf:

    Aqui não tem Skór malhada aliás, malhada é antartica que rola por aqui, dá uma peirorrera lascada, as bramas são só espuma, até a “Original” só vem com o rótulo (se você não sabe, a Cervejaria Original é oriunda de Ponta Grossa-PR, outra cervejaria comprou e só manda o rótulo pra cá, eu cresci tomando Original lá onde meu pai nasceu, conheço bem o gosto da dita cuja, talvez o Compadre Brancaleone compartilhe e confirme essa informação).

    De resto, estou na décima Skór.

    🙂

     
    • surfando na jaca

      outubro 22, 2011 at 11:24 pm

      Nunca bebi 10 Skór. Não sabia dessa história da Original, mas é melhor que a Antártica comum. Agora, nunca bebo sozinho e 10 cervejas, só se for das pequenas. Caraco, isso é lavar as tripas com cerveja e virar um barril. Dizia o poetinha, cachaceiro homérico: chope e cerveja é perda de tempo. Eu já acho que é perda de tempo, mas é preciso ser assim para um bom papo longo. Manera nessa cachaçada!

       
  15. surfando na jaca

    outubro 22, 2011 at 10:12 pm

    Essa Skór que vc.toma acho que tava malhada.

     
    • Proftel

      outubro 22, 2011 at 10:39 pm

      Surf:

      Tá malhada não, já estou na oitava e assistindo um filmim chamado “professora sem classe”.

      Sempre prezei os sogros, é com eles que a gente toma cerveja e reclama da filha kkkk.

      Bração aí.

      🙂

       
      • Proftel

        outubro 22, 2011 at 10:44 pm

        Outra coisa Surf:

        A patroa estava lendo em voz alta o que escrevi, volta e meia dizia “que mentira…” .

        Principalmente no lance do seu Francisco trazer toras de madeira do Paraná à Brasília.

        Seguinte: ele mesmo contou isso a mim, a família (no caso a Dalva) não sabia disso, ele contou só pra mim, disse que na época, se contasse prá Dona Deisy ele estaria lascado, ela não deixaria ele enfrentar tantos quilômetros daí, ele fez “na tora” essas viagens (junto com outros motoristas). Outra coisa que a patroa disse que era “mentira” é ele não falar com os irmãos, tudo bem, ele não fala porque já foram prô saco e, isso não é mentira, não se fala com defunto a não ser com intermediação do tipo “Chico Chavier” kkkkk.

        Bom, é isso.

        🙂

         
  16. surfando na jaca

    outubro 22, 2011 at 10:10 pm

    Proftel, qualé? Dona Tia, que é que o Proftel tem?

     
  17. surfando na jaca

    outubro 22, 2011 at 10:10 pm

    Acho que o Proftel está com doença de São Guido. Pai Angola vai rezá pá mizinfio melhorá.
    Não posso dizer que meu sogro era um cara legal. Era meio ou quase neurótico, mas pessoa íntegra. Quanto à sogra…prefiro não comentar. É de lua.

     
  18. Brancaleone

    outubro 22, 2011 at 9:49 pm

    Humorr negro
    Acharam o Sadam, acharam o Osama e agora acharam o Kadafi.
    Parece que a campeão de “pique esconde” é a Elisa ,aquela que acusam o ex~goleiro do flamengo de tê~la assassinado…

     
  19. Brancaleone

    outubro 22, 2011 at 9:45 pm

    pois olha que meus dois sogros foram gente finíssimas e minhas sogras idem.
    No meu primeiro casamento minha então sogra ficou uns seis meses brigada com a filha ~ de ficarem sem falar!!! ~quando nos divorciamos. Até hoje,passados 26 anos da separação ainda a visito. Gente muito fina.
    Meus sogros morreram já. \o primeiro era alemão mas tocava pandeiro divinamednte e o segundo italianão lá do oeste catarinense, fazia salames e graspa como ninguem

     
  20. surfando na jaca

    outubro 22, 2011 at 7:07 pm

    Que é isso, Proftel? Acabou a skór? Uma coisa engraçada. Todo mundo se queixa de sogra, mas nunca fala-se de sogro. Tem piada de sogra, mas nunca soube de nenhuma de sogro. Afinal, porque os sogros se saem tão bem na fita? Escrevam para essa espelunca, se souberem a resposta.

     
  21. Proftel

    outubro 22, 2011 at 6:57 pm

    Surf:

    É muito pessoal, está chegando, entrei em turbulência, dá vontade de sumir do mapa.

    A patroa diz que não tem nada a ver mas, é de lascar.

    Quinze dias antes parece que o mundo vai cair, é foda.

    :-/

     

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