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Israel Polícia lutando para reprimir os extremistas judeus na Cisjordânia, diz alto funcionário:

05 jan

Mais de 228 incidentes de ataques de militantes de direita registrado no ano passado, com 65 acusações servido sob a acusação de conta e vandalismo, mas a polícia dificuldades para reunir provas suficientes, devido à localização de crimes.

Por Jonathan Lis e Levinson Chaim

Israel Polícia foi vencida na execução de seus agentes na Cisjordânia, um oficial da polícia nesta quinta-feira, acrescentando que os policiais têm se esforçado para reunir provas sobre os crimes cometidos por militantes de direita.

Haim Rahamim, chefe das investigações e asa de inteligência da Judéia e Samaria District, na Cisjordânia, fez a declaração durante um debate no Knesset Constituição, Direito, e Comissão de Justiça na aplicação da lei nos territórios.

Rahamim disse ao comitê que durante o ano passado 228 incidentes de ataques de militantes de direita contra as forças de segurança foram registrados – não incluindo ameaças verbais – e que dezenas de mesquitas foram incendiadas. Ele acrescentou que 65 denúncias foram servidos contra ativistas de direita sob a acusação de assalto e vandalismo.

“Dez pessoas foram presas, mas eles não foram indiciados para que eles foram liberados”, disse Rahamim. “Temos um problema com a coleta de provas, devido à localização de onde os crimes são cometidos.”

MK David Rotem, o chefe do comitê do Knesset, disse que durante a discussão que ele espera que as autoridades policiais e aplicação da lei vai usar as ferramentas que a lei lhes dá, a fim de lutar contra infractores da lei, e que se abstenham de usar administrativa ordens.

No início quinta-feira, as Forças de Defesa de Israel anunciou a expulsão temporária de 12 extremistas de direita da Cisjordânia sobre as suspeitas que orquestrou e executou clandestinas ataques violentos contra os palestinos.

Notícia da expulsão dos ativistas iminente veio depois Haaretz informou nesta terça-feira que o Ministério Público tem a intenção de indiciar oito ativistas de direita por supostamente rastreamento atividades IDF na região da Cisjordânia.

GOC Comando Central Avi Mizrahi ordenou que 12 ativistas de direita ser notificado de sua expulsão temporária da Cisjordânia, por períodos que variam de 3 a 9 meses.

Os militares agiram em informações, segundo a qual os jovens foram alegadamente envolvidos no planejamento, direção e execução de segredo ataques violentos contra os palestinos moradores da Cisjordânia, bem como contra as forças israelenses de segurança.

Fontes disseram que as informações indicam que as ações ativistas representava uma ameaça real à vida humana e uma perturbação da ordem pública e paz.

______________________

 

“O Estado Haredi
O Estado Haredi é um estado de bem-estar que faria os escandinavos com ciúmes. A maioria dos habitantes são suportados por pensões e salários, e são quase que completamente isento de imposto de renda e impostos municipais.

Por Aner Shalev

Você sempre sonhou em viver para ver o estabelecimento de dois Estados para dois povos? O sonho há muito tempo já se realidade. Fantasiado sobre um estado de bem-estar? Não procure mais, está aqui. Demonstrada para habitação a preços acessíveis? Eis, agora é realidade. Lutando por um país não drenadas por enormes orçamentos de segurança? Você já conseguiu. Exigiu classes com poucos alunos, um dia de escola de comprimento, e ensino superior gratuito? Todos esses sonhos se tornaram realidade no Estado Haredi, vivendo em paz ao lado do Estado de Israel.

O Estado Haredi é um estado de bem-estar que faria os escandinavos com ciúmes. A maioria dos habitantes são suportados por pensões e salários, e são quase que completamente isento de imposto de renda e impostos municipais.

O Estado inicia projetos habitacionais enormes que são disponibilizados ao público por preços acessíveis. O sistema de ensino do Estado Haredi tem muitas vantagens em comparação com seus paralelos nos países vizinhos: menos alunos por turma, e os alunos que não são necessários mais estudos para suar ou núcleo de estudos práticos, permitindo-lhes calmamente se concentrar em questões espirituais.

Felizmente, o Estado Haredi não tem exército e necessidades nenhuma, graças ao tratado de defesa com o seu vizinho mais próximo. Sim, é difícil ser uma mulher no Estado Haredi, mas não se pode interferir nos assuntos internos de um Estado soberano.

Ultimamente, várias brigas de fronteira ocorreram entre Israel eo Estado Haredi, eventos que incluía cuspir, xingar e humilhar os cidadãos israelenses. Ainda assim, como primeiro-ministro de Israel, e muitos dos especialistas explicaram, estas foram as ações de grupos dissidentes minúsculos que não representam a maioria dos ultra-ortodoxos, que ansiosamente apoiar o acordo de paz com Israel, e seus benefícios. De acordo com estes especialistas, as vítimas dos grupos dissidentes fanático, tentando cumprir as leis Haredi dentro das fronteiras de Israel, não são as mulheres que foram atacadas, mas sim a população Haredi como um todo, que é completamente inocente.

Alguns afirmam que os eventos mais recentes fronteira-tronco a partir de inocentes mal-entendidos territorial. Será que a linha de ônibus rodando a partir de Ashdod a Jerusalém, abordado por Tanya, executado em Israel ou Haredi território soberano? 49A e linha, abordado por Doron, o soldado do sexo feminino? E o pavimento em Beit Shemesh, onde 8 anos de idade Naama estava com medo de andar? Poderia ser que Tanya e Naama encroached soberania Haredi surpresa?

Os acordos fiscais entre os dois estados, que regulamenta o financiamento do Estado Haredi pelos contribuintes israelenses, são rígidas, como são os acordos militares garantindo a proteção do exército israelense eo acordo judicial dando o controlo do Estado sobre Haredi matéria de divórcio matrimônio e enterro. No entanto, a linha de fronteira real entre os novos Estados nunca foi claramente estabelecida. Por isso, é natural que o rápido crescimento da população Haredi causas da linha de fronteira para ser movido a cada tantas vezes, como parte de um lento – a anexação de terras de Israel – e, finalmente, justificável. Este processo de expansão e retiros Haredi israelense só tem um perigo: O Estado Haredi possa vir a perder a mão que o alimenta.

O ministro do Interior Eli Yishai declarou recentemente com honestidade surpreendente que uma cidade Haredi somente terá nenhuma renda, e uma vez que não irá recolher os impostos locais não podem sobreviver. Sim, é bom sentir-se necessária de vez em quando.

A questão em torno da exclusão das mulheres pelos ultra-ortodoxos não deve ser reduzida para condenações forte e locais de aplicação da lei, como deseja o governo. Sua oportunidade de realizar um debate franco e honesto sobre dinheiro, poder e isenções distribuídas por todos os governos israelenses ao público Haredi em troca de apoio político, um acordo com um preço elevado para muitos israelenses. Esta foi uma das principais causas da instabilidade social no verão passado.

Israel deve evitar este debate apenas se deseja cometer suicídio.”

Fonte  :

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.haaretz.com/&ei=UZ3GTo2vKovegge1kbBS&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=1&sqi=2&ved=0CDQQ7gEwAA&prev=/search%3Fq%3DHaaretz%26hl%3Dpt-BR%26biw%3D1280%26bih%3D899%26prmd%3Dimvns

 

 

 
11 Comentários

Publicado por em janeiro 5, 2012 em Uncategorized

 

11 Respostas para “Israel Polícia lutando para reprimir os extremistas judeus na Cisjordânia, diz alto funcionário:

  1. surfando na jaca

    janeiro 6, 2012 at 5:36 pm

    Um livro interessante para quem gosta de julgamentos históricos e manipulação de informações pelos EUA: Domenico Losurdo, “Stalin”, da editora Revan. Uma avaliação ponderada sobre a figura histórica de Stálin, sem esquecer do contexto de sua época. Sim, todo reacionário suprime a História de seus julgamentos. O primeiro sinal visível de um reacionário é desconsiderar o processo histórico. No caso do livro, a recuperação desse contexto de época, torna a biografia de Losurdo uma das melhores que já li sobre o assunto, sem demonizar ou exaltar Stálin. Quem quiser se desemburrecer, é uma boa indicação.

     
    • Proftel

      janeiro 6, 2012 at 8:09 pm

      Surf:

      Grato pela dica.

      Tenho cá algumas afinidades com o Stalin, o cara fez o que tinha que fazer na época assim como o Fidel e o Tchê.

      Mandar um Soljenitsen para o Gulag foi um favor a humanidade, isso o Stalin deixou de bom, mandou pra geladeira um monte de chatos, os que sobraram estão em Israel falando cada um uma merda de manhã, tarde e noite, de tão isolados (e armados) poderão partir pr’uma guerra civil (e isso já aconteceu, é Bíblico).

      Te juro, dou Graças a Deus por meus antepassados polacos e austríacos terem vindo prô Brasil.

      🙂

       
  2. Robertão

    janeiro 6, 2012 at 2:25 pm

    CONTINUO ESPERANDO…

     
  3. surfando na jaca

    janeiro 6, 2012 at 1:09 pm

    Proftel e Broncão,

    primeiro o questão dos Haredi, que o Broncão chama de elite (????). Se seguirmos a lógica do Broncão, nada nos indignará, pois tudo é normal e compreensível. Interessante que ao Broncão só desagrade os tiranos muçulmanos e seus traques atômicos. Já os israelenses, que deram a entender que já os possuem, nada de visita da ONU. É o típico papagaio de pirata em defesa do ocidente cristão, até o dia em que descobrir que é menos cristão e mais cucaracha para os ianques. Sei que o Broncão é um vendido ao capital estrangeiro e recebe em dólar, mas isso não o fará menos cucaracha. Acho mesmo que o raciocínio do Broncão se aproxima ao do soldado serial killer do Texas. Afinal, os psicopatas se assemelham.

    Olá, Robertão.
    Olá, gente desaparecida.

     
  4. Robertão

    janeiro 6, 2012 at 9:19 am

    tô esperando o open…

     
  5. Proftel

    janeiro 6, 2012 at 1:03 am

    Dia 26 é Lua Nova, quinta-feira, sexta estará um breu lascado e a temperatura por lá entre três e cinco graus acima de zero, momento propício militarmente falando.

    A próxima Lua Nova é dia 21 de fevereiro e a outra em março a 22.

    Se der merda, será nas “luas” assim.

    :-/

     
  6. Brancaleone, Broncão para os chegados...

    janeiro 5, 2012 at 10:52 pm

    Nooooossssaaaa!
    Descobriram agora que Israel não é um paraíso de decencia, honestidade, competencia, candura e amor fraterno???
    Puuuuxaaa viiiidaaa!
    E eu que pensei que Israel era a naçao mais linda, fofinha e engraçadinha que já tinha existido desde o Big-Bang!!!
    Fala sério né pessoal!!!
    Israel é um país como qualquer outro ( os políticos são mais ou menos os mesmos, só que lá eles mentem, sacaneiam e se locupletam em hebraico…)
    Os milicos de lá tambem são mais ou menos iguais aos dos outros países – sempre achando que fariam as coisas melhores e às vêzes fazem.
    Os aproveitadores são tambem como os nossos e de outros países…
    A diferença é que Israel tem sempre que estar evitando ser destruído por seus pouco amistosos vizinhos e isso pressiona um pouco as coisas…
    Israel é um ajuntamento de pessoas com aspectos em comum e onde muitas pessoas se ajuntam quase sempre dá m…

    Mesmo assim lá pras bandas daqueles lados de lá, Israel ainda é a coisa mais parecida com democracia que existe. Não tem um reizinho sírio matando sua gente só para se garantir nas mamatas…
    Não tem Cadafis e muito menos Armedinejades fabricando traques atômicos – e é claro, Israel não vive ameçando deixar a gente sem gasolina.

    Os Heredis estão lá. São uma elite. Cada país tem sua elite e até nós cá destes lados temos as nossas.

     
    • Proftel

      janeiro 6, 2012 at 12:34 am

      Compadre Brancaleone:

      Olha, pelo jeito cê tá mudando…. .

      Tomara que pra melhor.

      Dê uma olhada nisso aqui, é de hoje:

      “Ele diz ter matado 255 pessoas no Iraque e garante que não se arrepende.

      “A lenda”, “o exterminador” e “o diabo de Ramadi” são apenas algumas alcunhas pelas quais o atirador de elite reformado Chris Kyle ficou conhecido entre os colegas.

      Entre 1999 e 2009, o então oficial do pelotão Charlie, terceiro grupo da força Seal da Marinha americana, construiu para si uma temida reputação como o atirador mais letal da história da corporação.

      Oficialmente, o Pentágono registra 150 mortes no seu nome – o que em si já representa um recorde em relação ao anterior, de 109, até então mantido por um atirador durante a Guerra do Vietnã.

      Entretanto, Kyle afirma que sua contagem é maior. Só na segunda batalha de Fallujah, no fim de 2004, diz, tirou a vida de 40 inimigos.

      Em um livro da editora HarperCollins que chega às livrarias americanas, “American Sniper” (“Atirador de elite americano”, em uma tradução livre e literal) ele relata com detalhes o seu trabalho em quatro viagens de combate ao Iraque.

      “Adorei o que fiz. Ainda adoro. Se as circunstâncias fossem diferentes – se minha família não precisasse de mim – eu voltaria em um piscar de olhos”, escreve o atirador. “Não estou mentindo nem exagerando quando digo que foi divertido”.

      DEVER

      A narrativa é clara – “crua”, até, como definiu um crítico literário americano – e deixa entrever a complexa e tensa psicologia da guerra.

      Kyle relata como ao longo da carreira deixou de hesitar ao mirar nas suas vítimas e passou a desempenhar melhor suas funções sob fogo cruzado.

      Sua companhia Charlie foi uma das primeiras a desembarcar na Península de al-Faw no início da chamada Operação Liberdade, iniciada em 20 de março de 2003 pelo então presidente dos EUA, George W. Bush.

      No fim daquele mês, na área de Nasiyria, os oficiais Seal aguardavam em um povoado iraquiano a chegada dos marines, fuzileiros navais americanos, que se aproximavam.

      No topo de um edifício, Kyle conta que ele e outros oficiais de seu pelotão tinham como objetivo oferecer cobertura para os fuzileiros.

      Quase todos os moradores se trancaram em suas casas, de onde assistiam a tudo por detrás das cortinas. Apenas uma mulher e uma ou outra criança se movimentavam na rua.

      Quando os marines se encontravam a certa distância, a mulher tirou um objeto amarelado de sua bolsa e caminhou em direção aos militares.

      “É uma granada! Uma granada chinesa”, disse o chefe de Kyle. “Atire”.

      Ao vê-lo hesitar, o chefe repetiu: “Atire!”.

      Kyle puxou o gatilho duas vezes, a “primeira e única vez” em que matou uma pessoa no Iraque que não fosse homem e combatente.

      “Era meu dever. Não me arrependo”, escreve. “Meus tiros salvaram vários americanos cujas vidas claramente valiam mais que o daquela mulher de alma distorcida”.

      “Posso me colocar diante de Deus com uma consciência limpa em relação ao meu trabalho”.

      ÓDIO

      O americano do Texas, que aprendeu com o pai a atirar ainda na juventude e virou um boiadeiro de destaque, se converteu em mestre em uma das funções mais controversas em conflitos armados.

      Na 2ª Guerra Mundial, atiradores de elite eram considerados assassinos em série. O recordista mundial de mortes é um atirador finlandês que naquele conflito tirou 475 vidas russas durante a invasão da Finlândia pela então União Soviética.

      Na guerra contemporânea, onde a precisão é valiosa, esses ases da mira ganharam status especial. Kyle se orgulha de ter matado um homem a uma distância de 2.100 metros no subúrbio xiita de Sadr City, nos arredores de Bagdá, em 2008. “Deus soprou aquela bala que o atingiu”, escreve.

      O recorde mundial nesse quesito é mantido por um atirador britânico que alvejou um inimigo a quase 2,5 quilômetros no Afeganistão em 2009.

      Assassinatos a tiro cometidos por sociopatas e psicopatas – como o de Washington, em 2002, ou da ilha de Utoeya, na Noruega, no ano passado – reforçam uma imagem de frieza desses profissionais.

      Entretanto o que as páginas de “Washington Sniper” revelam com candura é um ódio profundo que Kyle nutriu pelo Iraque (“o lugar fedia como um esgoto – o fedor do Iraque é algo a que nunca me acostumei”) e por seus inimigos.

      “Verdadeiramente, profundamente odeio o mal que aquela mulher (sua primeira vítima) possuía. Odeio até hoje”, escreve o militar.

      “Mal selvagem, desprezível. É isso que estávamos combatendo no Iraque. É por isso que muitas pessoas, incluindo eu, chamavam os inimigos de ‘selvagens'”.

      DIABO

      As quatro participações de Kyle em combates lhe renderam prestígio e fama. Os insurgentes iraquianos o batizaram de “Shaitan”; (“diabo”) e colocaram, em um sentido inclusive literal, a sua cabeça a prêmio.

      O militar diz que sua fama de matador mais eficiente da história das Forças não é de grande importância.

      “O número não é importante para mim. Apenas queria ter matado mais gente. Não para poder me gabar, mas porque acho que o mundo é um lugar melhor sem selvagens à solta tirando vidas americanas”.

      Reformado de sua função em 2009, ele hoje vive no Texas, onde é diretor de uma empresa que presta serviços para as Forças Armadas americanas, treinando atiradores de elite.”

      Fonte:

      http://www1.folha.uol.com.br/bbc/1030189-matei-255-pessoas-e-nao-me-arrependo-diz-ex-atirador-americano-no-iraque.shtml

      🙂

       
      • Proftel

        janeiro 6, 2012 at 12:49 am

        Bom, fico imaginando uma situação semelhante aqui:

        Duda numa outra casa em frente sob tiroteio chorando por conta de ter esquecido gato Charlie amarelo dela, a patroa saindo de casa tentando levar o Charlie na mão e tomando um tiro no peito.

        Pensaria assim: “O que esses caras vieram fazer aqui?”.

        Se os caras não guentam o cheiro do povo, não guentam o calor, precisam de ar-condicionado nas barracas pra sobreviver, o que estão fazendo aqui?

        Vejam:

        http://bomlero.blogspot.com/2011/06/despesas-militares-anuais-dos-eua-com.html

        Num segundo momento, depois de ter presenciado essa situação e, eu vivo, podem crer, pegaria em armas, que se lasquem os invasores.

        Empatia faz isso.

        :-/

         
  7. Proftel

    janeiro 5, 2012 at 10:16 pm

    Pessoal, creio que não preciso desenhar prá Confrades e Confreiras o que é o Estado de Israel, o que são os “Haredi” (que somam tão e somente 10% da população de Israel) né?

    Os caras tem benesses demais por lá e, andam fazendo filhos aos montes como sempre. Também andaram se metendo a besta com o restante 90% da população daí que, se bobear, serão tratados como terroristas pelo Estado de Israel e a “FDI” – Israel Defense Force – (até agora não entendi porque os caras gostam tanto de siglas kkk).

    Bom, é isso.

    🙂

     
  8. Proftel

    janeiro 5, 2012 at 9:58 pm

    Confrades e Confreiras:

    O WordPress já a dois posts avisa que o próximo será o de número “150” (este aqui é o de número “149”).

    Não sei se há limite (quem criou a bagaça foi o Fred).

    O próximo Post será um Open (tomara que não seja “do fim” kkkkkk).

    🙂

     

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