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A guerra dos EUA-Israel ao Irã: O mito de uma campanha limitada

08 abr

por James Petras

A crescente ameaça de um ataque militar dos EUA-Israel ao Irã baseia-se em vários fatores incluindo:

(1) a história militar recente de ambos os países na região;
(2) pronunciamentos públicos de líderes políticos estadunidenses e israelenses;
(3) ataques recentes e em curso ao Líbano e à Síria, aliados importantes do Irã;
(4) ataques armados e assassinatos de cientistas e responsáveis de segurança iranianos por grupos terroristas e/ou correlatos sob controle dos EUA ou da Mossad (Israel);
(5) o fracasso das sanções econômicas e da coação diplomática;
(6) escalada de histeria e exigências extremas ao Irã para por fim ao enriquecimento de urânio de uso legal e civil;
(7) “exercícios” militares provocatórios nas fronteiras do Irã e jogos de guerra destinados a intimidar e a um ensaio geral antecipando um ataque;
(8) pressão poderosa de grupos pró guerra tanto em Washington como em Tel Aviv incluindo os principais partidos políticos israelenses e a poderosa AIPAC nos EUA;
(9) e finalmente o National Defense Authorization Act de 2012 (um orwelliano decreto de emergência de Obama, de 16/Março/2012).
A propaganda de guerra estadunidense opera ao longo de dois trilhos:
(1) a mensagem dominante enfatiza a proximidade da guerra e a disposição dos EUA de utilizarem força e violência. Esta mensagem é destinada ao Irã e coincide com anúncios israelenses de preparativos de guerra.
(2) O segundo trilho tem como objetivo o “público liberal” com um punhado de “reconhecidos acadêmicos” marginais (ou progressistas do Departamento de Estado) a subestimarem a ameaça de guerra e argumentarem que decisores políticos razoáveis em Tel Aviv e Washington estão conscientes de que o Irã não possui armas nucleares ou qualquer capacidade para produzi-las agora ou no futuro próximo. A finalidade deste contra-vapor liberal é confundir e minar a maioria da opinião pública, a qual opõe-se claramente a mais preparativos de guerra, e fazer descarrilar o explosivo movimento anti-guerra.
É desnecessário dizer que os pronunciamentos os instigadores de guerra “racionais” utilizam um “duplo discurso” baseado no afastamento displicente de todas as evidências históricas e empíricas em contrário. Quando os EUA e Israel falam de guerra, preparam-se para a guerra e empenham-se e provocações pré guerra – eles pretendem ir à guerra – tal como fizeram contra o Iraque em 2003. Sob as atuais condições políticas e militares internacionais um ataque ao Irã, inicialmente por Israel com apoio dos EUA, é extremamente provável, mesmo quando as condições econômicas mundiais deveriam ditar em contrário e mesmo quando as consequências estratégicas negativas provavelmente repercutir-se-ão através do mundo durante as próximas décadas.
Cálculo dos EUA e Israel sobre a capacidade militar do Irã  
Os decisores estratégicos americanos e israelenses não concordam sobre as consequências da retaliação do Irã contra um ataque. Pelo seu lado, líderes israelenses minimizam a capacidade militar do Irã de atacar e de prejudicar o estado judeu, o qual é a sua única consideração. Eles contam com a distância, seu escudo anti-mísseis e a proteção de forças aéreas e navais dos EUA no Golfo para cobrir seu ataque sorrateiro. Por outro lado, estrategistas militares dos EUA sabem que os iranianos são capazes de infligir baixas substanciais a navios de guerra dos EUA, os quais teriam de atacar instalações costeiras iranianas a fim de apoiar ou proteger os israelenses.
A inteligência israelense é bem conhecida pela sua capacidade para organizar o assassinato de indivíduos por todo o mundo: a Mossad organizou com êxito atos terroristas além-mar contra líderes palestinos, sírios e libaneses. Por outro lado, a inteligência israelense tem um registro muito fraco quanto às suas estimativas de grandes empreendimentos militares e políticos. Eles subestimaram gravemente o apoio popular, a força militar e a capacidade organizacional do Hezbollah durante a guerra de 2006 no Líbano. Da mesma forma, a inteligência israelense entendeu mal a força e a capacidade do movimento democrático popular egípcio quando este se levantou e derrubou o aliado regional estratégico de Tel Aviv, a ditadura Mubarak. Se bem que líderes israelenses “finjam paranóia” – lançando clichês acerca de “ameaças existenciais” – eles são enganados pela sua arrogância narcisista e o seu racismo, subestimando reiteradamente a perícia técnica e o refinamento político dos seus inimigos árabes e da região islâmica. Isto é indubitavelmente verdadeiro no seu descartar displicente da capacidade do Irã para retaliar contra um planeado assalto aéreo israelense.
O governo estadunidense agora comprometeu-se abertamente a apoiar um assalto israelense ao Irã quando ele for lançado. Mais especificamente, Washington afirma que virá “incondicionalmente” em defesa de Israel se este for “atacado”. Como pode Israel evitar ser “atacado” quando seus aviões estão despejando bombas e mísseis sobre instalações iranianas, defesas militares e infraestruturas estratégicas? Além disso, dada a colaboração e aos sistemas de inteligência do Pentágono coordenados com as Forças de Defesa de Israel (IDF), seu papel na identificação de objetivos, rotas e aproximações de mísseis, bem como as cadeias de fornecimento de armas integradas e de munições, serão críticos para um ataque das IDF. Não há maneira de os EUA se dissociarem da guerra do estado judeu ao Irão depois de iniciado o ataque.
Os mitos da “guerra limitada”: Geografia
Washington e Tel Aviv afirmam e parecem acreditar que o seu planejado assalto ao Irã será uma “guerra limitada”, tendo como alvo objetivos limitados e perdurando apenas uns poucos dias ou semanas – sem consequências graves.
Dizem-nos que brilhantes generais de Israel identificaram todas as instalações de investigação nuclear críticas, as quais os seus ataques aéreos cirúrgicos eliminarão sem danos colaterais horríveis para a população circundante. Uma vez que o alegado programa de “armas nucleares” fosse destruído, todos os israelenses poderiam retomar as suas vidas em segurança plena sabendo que outra ameaça “existencial” fora eliminada. A noção israelense de uma guerra limitada em “tempo e espaço” é absurda e perigosa – e caracteriza a arrogância, estupidez e racismo dos seus autores.
Para se aproximar das instalações nucleares do Irã as forças israelenses e estadunidenses confrontar-se-ão com bases bem equipadas e defendidas, instalações de mísseis, defesas marítimas e fortificações em grande escala dirigidas pelos Guardas Revolucionários e pelas Forças Armadas do Irã. Além disso, os sistemas de defesa de mísseis que protegem as instalações nucleares estão ligados a auto-estradas, aeródromos, portos e apoiadas por infraestrutura de finalidade dupla (civil-militar), as quais incluem refinarias de petróleo e uma enorme rede de gabinetes administrativos. Por “nocaute” os alegados sítios nucleares exigirá a expansão do âmbito geográfico da guerra. A capacidade científico-tecnológica do programa nuclear civil iraniano envolve um vasto conjunto das suas instalações de investigação, incluindo universidades, laboratórios, locais de fabricação e centros de concepção. Destruir o programa nuclear civil do Irão exigiria que Israel (e portanto os EUA) atacassem muito mais do que instalações de investigação ou laboratórios ocultos sob uma montanha remota. Exigiria assaltos múltiplos e generalizados sobre alvos por todo o país, por outras palavras, uma guerra generalizada.
O líder supremo do Irã, Ayatollah Ali Khamenei, declarou que o Irã retaliará com uma guerra equivalente. O Irã corresponderá à amplitude e âmbito de com um contra-ataque de resposta. “Nós os atacaremos no mesmo nível quando eles nos atacarem”. Isso significa que o Irã não limitará a sua retaliação a meramente tentar deitar abaixo bombardeiros estadunidenses e israelenses no seu espaço aéreo ou a lançar mísseis a navios dos EUA nas suas águas, mas levará a guerra a alvos equivalentes em Israel e em países ocupados pelos EUA no Golfo e em torno dele. A “guerra limitada” de Israel tornar-se-á uma guerra generalizada que se estenderá por todo o Oriente Médio e mais além.
A atual adoração ilusória de Israel acerca do seu elaborado sistema de defesa míssil ficará exposta quando centenas de mísseis de alto poder forem lançados de Teerã, do Sul do Líbano e bem além das Alturas de Golan.
O mito da guerra limitada: Intervalo de tempo
Peritos militares israelenses esperam confiantemente exterminar seus alvos iranianos nuns poucos dias – alguns podem pensar que num simples fim de semana – e talvez sem a perda de nem um único piloto. Eles esperam que o estado judeu venha a celebrar a sua brilhante vitória nas ruas de Tel Aviv e Washington. Estão iludidos pelo seu próprio senso de superioridade. O Irã não combateu uma guerra brutal com uma década de duração contra os invasores iraquianos abastecidos pelos EUA e os seus conselheiros militares ocidentais/israelenses só para entregar-se e submeter-se passivamente a um número limitado de ataques aéreos e com mísseis por parte de Israel.
O Irã é uma sociedade jovem, bem educada e mobilizada, a qual pode utilizar milhões de reservistas de todo espectro político, étnico, de gênero e religioso, galvanizado em apoio a sua nação sob ataque.
Numa guerra para defender a pátria todas as diferenças internas desaparecem para enfrentar o ataque não provocado israelense-estadunidense que ameaça toda a sua civilização – seus 5.000 anos de cultura e tradições, bem como os seus avanços científicos modernos e instituições. A primeira onda de ataques dos EUA-Israel levará a uma retaliação feroz, a qual não será confinada às áreas originais do conflito, nem qualquer ato da agressão israelense acabará quando e se instalações nucleares do Irã forem destruídas e alguns dos seus cientistas, técnicos e trabalhadores qualificados forem mortos. A guerra continuará no tempo e em extensão geográfica.
Múltiplos pontos de conflito
Assim como qualquer ataque dos EUA-Israel ao Irã envolveria alvos múltiplos, os militares iranianos também terão uma pletora de alvos estratégicos facilmente acessíveis. Embora seja difícil prever onde e como o Irã retaliará, uma coisa está clara: O ataque inicial dos EUA-Israel não ficará sem resposta.
Dada a supremacia israelense-estadunidense a longas e médias distâncias e em poder aéreo, o Irã provavelmente confiará em objetivos de curta distância. Isto incluiria as valiosas instalações militares do EUA e rotas de abastecimento em terrenos adjacentes (Iraque, Kuwait e Afeganistão) e alvos israelenses com mísseis lançados do Sul do Líbano e possivelmente da Síria. Se uns poucos mísseis de longo alcance escaparem ao muito gabado “escudo anti-míssil” do estado judeu, centros populacionais israelenses podem pagar um preço pesado pela imprudência e arrogância dos seus líderes.
O contra-ataque iraniano levará a uma escalada das forças EUA-Israel, estendendo e aprofundando a sua guerra aérea e naval a todos o sistema de segurança nacional iraniano – bases militares, portos, sistemas de comunicação, postos de comando e centros administrativos do governo – muitos em cidades densamente povoadas. O Irã reagirá lançando o seu maior ativo estratégico: um ataque coordenado no solo envolvendo os Guardas Revolucionários, juntamente com seus aliados entre as tropas xiitas iraquianas, contra forças dos EUA no Iraque. Ele coordenará ataques contra instalações dos EUA no Afeganistão e Paquistão com a crescente resistência armada nacionalista-islâmica.
O conflito inicial, centrado nos chamados objetivos militares estratégicos (instalações de investigação científica), generalizar-se-á rapidamente a alvos econômicos ou o que os estrategistas militares dos EUA e Israel chamam de alvos “duais civis-militares”. Isto incluiria campos de petróleo, auto-estradas, fábricas, redes de comunicações, estações de televisão, instalações de tratamento de água, reservatórios, centrais elétricas e gabinetes administrativos, tais como o Ministério da Defesa e a sede da Guarda Republicana.
O Irã, confrontado com a destruição iminente de toda a sua economia e infraestrutura (o que se verificou no Iraque vizinho com a invasão não provocada dos EUA em 2003), retaliaria bloqueando o Estreito de Ormuz e enviando mísseis de curto alcance na direção dos principais campos de petróleo e refinarias dos Estados do Golfo incluindo o Kuwait e a Arábia Saudita, a meros 10 minutos de distância, paralisando o fluxo de petróleo para a Europa, Ásia e os Estados Unidos e mergulhando a economia mundial numa depressão profunda.
Não se deveria esquecer que os iranianos provavelmente estão mais conscientes do que ninguém na região da devastação total sofrida pelos iraquianos após a invasão dos EUA, a qual mergulhou aquela nação no caos total e devastou a sua infraestrutura avançada e o seu aparelho administrativo civil, para não mencionar a sistemática aniquilação da sua elite científica e técnica altamente educada.
As ondas de assassínios de cientistas iranianos, acadêmicos e engenheiros promovidas pela Mossad são apenas uma antevisão do que os israelenses têm em mente para cientistas, intelectuais e trabalhadores técnicos altamente qualificados. Os iranianos não deveriam ter ilusões acerca dos americanos e israelenses que procuram lançar o país na sombria era brutal do Afeganistão e Iraque. Eles não terão mais papel num Irã devastado do que têm os seus vizinhos no Iraque pós Saddam.
Segundo o general Mathis, que comanda todas as forças dos EUA no Oriente Médio, Golfo Pérsico e Sudeste da Ásia, “um primeiro ataque israelense provavelmente teria consequências calamitosas em toda a região e para os Estados Unidos ali” (NY Times, 19/3/12). A estimativa de “consequências calamitosas” do general Mathis apenas leva em conta as perdas militares dos EUA, provavelmente centenas de marinheiros em vasos de guerra ao alcance de mísseis de artilheiros iranianos.
Contudo, a mais ilusória e auto-enganosa avaliação do resultado e consequências de um ataque aéreo israelense ao Irã provém de líderes israelenses de topo, acadêmicos e peritos de inteligência, que afirmam [ter] inteligência superior, defesas superiores e visão suprema (e também racista) dentro da “mente iraniana”. É típico o ministro da Defesa israelense, Barak, que se jacta de que qualquer retaliação iraniana na pior das hipóteses infligirá baixas mínimas à população israelense.
A visão “judeu-cêntrica” de reordenamento do equilíbrio de poder na região, a qual prevalece nos principais círculos israelenses, passa por alto a probabilidade de que a guerra não será decidia por ataques aéreos israelenses e defesas anti-míssil.
Os mísseis do Irã não podem ser facilmente contidos, especialmente se chegarem várias centenas por minuto de três direções, Irã, Líbano, Síria e possivelmente de submarinos iranianos. Em segundo lugar, o colapso das suas importações de petróleo devastará a economia de Israel, altamente dependente da energia. Em terceiro lugar, os principais aliados de Israel, especialmente os EUA e a UE, serão gravemente tensionados quando forem arrastados para dentro da guerra de Israel e encontrarem-se a defender os estreitos de Ormuz, suas guarnições no Iraque e no Afeganistão e seus campos de petróleo e bases militares no Golfo. Tal conflito poderia incendiar as maiorias xiitas no Bahrain e nas províncias estratégicas ricas em petróleo da Arábia Saudita. A guerra generalizada terá um efeito devastador sobre o preço do petróleo e a economia mundial. Provocará a fúria de consumidores e a ira de trabalhadores por toda a parte quando fecharem fábricas e choques poderosos por todo o frágil sistema financeiro resultarem numa depressão mundial.
O patológico “complexo de superioridade” de Israel resulta em que os seus líderes racistas sistematicamente super-estimam suas próprias capacidades intelectuais, técnicas e militares, ao passo que subestimam o conhecimento, capacidade e coragem dos seus adversários regionais, islâmicos (neste caso iranianos). Eles ignoram a capacidade demonstrada do Irã para sustentar uma guerra defensiva prolongada, complexa e em muitas frentes e em recuperar-se de um assalto inicial e desenvolver armamento moderno adequado para infligir danos severos aos seus atacantes. E o Irã terá o apoio incondicional e ativo da população muçulmana do mundo e talvez o apoio diplomático da Rússia e da China, que obviamente verão um ataque ao Irão como um outro ensaio geral para conter o seu poder crescente.
Conclusão
A guerra, especialmente uma guerra israelense-estadunidense contra o Irã, está indissoluvelmente ligada ao relacionamento assimétrico EUA-Israel, o qual secundariza qualquer análise militar e política crítica nos EUA. Devido à configuração de poder sionista de Israel, a força militar dos EUA pode ser canalizada para o apoio ao impulso de Israel para a dominação regional, aos líderes israelenses e acima de tudo para os seus militares sentirem-se livres para entrarem nas mais ultrajantes aventuras militares e destrutivas, sabendo muito bem que em primeira e última instância podem confiar no apoio dos EUA com o sangue e as riquezas americanas. Mas depois de todo este grotesco servilismo a um país racista e isolado, quem resgatará os Estados Unidos? Quem impedirá o afundamento dos seus navios no Golfo e a morte e mutilação de centenas dos seus marinheiros e milhares dos seus soldados? E onde estarão os israelenses e sionistas dos EUA quando o Iraque for invadido pelas tropas de elite iranianas e seus aliados xiitas e um levantamento generalizado se verificar no Afeganistão?
Os decisores políticos egocêntricos de Israel desprezam o provável colapso do abastecimento de petróleo mundial em consequência da sua planejada guerra contra o Irã. Será que os seus agentes sionistas nos EUA percebem que, em consequência do arrastamento dos EUA para a guerra de Israel, a nação iraniana será forçada a por em chamas os campos de petróleo do Golfo Pérsico?
Quão barato tornou-se “comprar uma guerra” nos EUA? Por uns meros poucos milhões de dólares em contribuições de campanha para políticos corruptos e através da penetração deliberada de agentes “Israel-First”, acadêmicos e políticos na maquinaria de fazer a guerra do governo estadunidense, e através da covardia moral e auto-censura dos principais críticos, escritores e jornalistas que se recusam a nomear Israel e seus agentes como os decisores-chaves do nosso país (EUA) na política do Médio Oriente, nós nos encaminhamos diretamente rumo a uma guerra muito além de qualquer conflagração militar regional e rumo ao colapso da economia mundial e do empobrecimento brutal de centenas de milhões de pessoas de Norte a Sul, de Leste a Oeste.
05/Abril/2012
O artigo original, em inglês, encontra-se em: “US-Israel War on Iran : The Myth of Limited Warfare
Esta tradução foi extraída do sítio Resistir
 
8 Comentários

Publicado por em abril 8, 2012 em Uncategorized

 

8 Respostas para “A guerra dos EUA-Israel ao Irã: O mito de uma campanha limitada

  1. Patriarca da Paciência

    abril 13, 2012 at 10:13 am

    “Um alemão de 43 anos chamou a polícia depois de sua parceira trancá-lo no quarto e exigir mais sexo.

    O caso ocorreu em Munique, ganhou destaque nos jornais locais e chamou a atenção da imprensa internacional.

    Tópicos relacionadosInternacionalDe acordo com a polícia da cidade, o homem se refugiou no balcão do apartamento e pediu ajuda por telefone.

    O casal teria se conhecido em um bar e concordado em fazer sexo casual na casa da mulher, de 47 anos.

    Segundo a revista Stern, o homem contou à polícia ter feito sexo com a mulher várias vezes.

    Já satisfeito, porém, ele se viu impedido de deixar o quarto, trancado pela parceira, que queria mais sexo, segundo informou a agência de notícias DPA.

    A mulher poderá ser processada por coação e cárcere privado”

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/04/120413_alemao_exausto_sexo_rp.shtml

     
  2. BRANCALEONE

    abril 12, 2012 at 10:46 pm

    Proftel, to inté o pescoço de serviço!!!
    Abraços!!

     
  3. Patriarca da Paciência

    abril 12, 2012 at 6:37 pm

    Caramba!

    Alô povo!

    Dois dias e nem um único comentário!

    O pessoal do blog foi abduzido?

     
  4. Patriarca da Paciência

    abril 10, 2012 at 5:16 am

    Proftel,

    para rir um pouco com as tragédias “normais” da vida!

    VELHINHO DE PROGRAMA (ANÚNCIO NOS CLASSIFICADOS)

    Como tenho algumas horas livres, com insônia pela madrugada, e precisando ganhar uns extras, resolvi ser, também, um ‘velhinho de programa’.
    ‘Idoso charmoso, com lindos olhos meio verdes (cobertos com cataratas), loiro (só dos lados), Atlético (sou torcedor), corpo malhado (pelo Vitiligo), e sarado (das doenças que já tive), um metro e noventa (sendo mais ou menos um de altura e noventa de largura)..Atendo em motéis, residências, elevadores panorâmicos, etc.
    Só não atendo em ‘drive-in’ por causa das dores na coluna. Alegro festa de Bodas de Ouro, convenções e excursões da Terceira Idade.. Meço pressão, aplico injeções e troco fraldas geriátricas, tudo com o maior charme.
    Atendo no atacado e no varejo. Traga suas amigas.
    Maiores de sessenta e cinco, por força de lei, não pagam, mas só terão direito à horário recomendável para a saúde. Serão concedidos descontos para grupos: quanto mais nova, maior o desconto.
    Por questões de vaidade, não serão permitidas filmagens, pois, no momento, estou precisando operar uma hérnia inguinal, meio anti-estética.
    Na cama, dou sempre 03 …
    03 opções sexuais para a parceira:
    mole, dobrado ou enroladinho. ..

    Como fetiche, posso usar touca de lã, pantufas e cachecóis coloridos.

    Outra GRAAAAAAANDE vantagem:
    Já tenho ‘Parkinson’ o que ajuda muito nas preliminares. .

    TOTAL DISCRIÇÃO, pois o ‘Alzheimer’ me faz esquecer tudo que fiz na noite anterior….

     
  5. Proftel

    abril 8, 2012 at 11:50 pm

    Bom, vou dormir, até quarta a noite.

    🙂

     
  6. Proftel

    abril 8, 2012 at 11:09 pm

    Compadre Brancaleone:

    Parece que a merda vai garrar feio e não quero morar longe d’uma roça quando isso acontecer.

    Você está no Paraná e eu em Goiás em regiões produtoras de alimento onde não se passa fome nem precisa muito de abastecimento de comida, minha preocupação é com meu povo que está em Sampa, em área densamente habitada.

    Que o circo pegue fogo concordo contigo que é intenção dos caras só assim o preço do petróleo sobe e todos nos foderemos comprando armamento e munição.

    Democracia o início já diz, é coisa do “Demo”.

    Talvez a gente nem precise d’uma III Guerra Mundial, o Japão com Fukushima já está fazendo o serviço, coloquei isso em algum canto, tá aqui:

    “Situação em Fukushima tem potencial para, “Destruir o Mundial do Meio Ambiente e nossa civilização”

    08 de abril de 2012
    Via: Akio Matsumura :
    Ex-embaixador do Japão para a Suíça, o Sr. Mitsuhei Murata, foi convidado a falar na Audiência Pública da Comissão Orçamental da Câmara de Vereadores em 22 de março de 2012, sobre o acidente nuclear de energia Fukushima plantas. Antes da Comissão, Embaixador Murata fortemente afirmou que se o edifício aleijado da unidade do reator 4-com 1.535 barras de combustível na piscina de combustível passou de 100 pés (30 metros) acima do solo de entrar em colapso, não só irá causar um desligamento de todos os seis reatores mas também afetará a piscina de combustível gasto comum contendo 6.375 barras de combustível, localizado a cerca de 50 metros do reator 4. Em ambos os casos as hastes radioactivos não são protegidos por um vaso de contenção; perigosamente, estão abertas ao ar. Isso certamente causaria uma catástrofe global como nunca antes experimentada. Ele ressaltou que a responsabilidade do Japão para o resto do mundo é imensurável. Tal catástrofe afetará todos nós por séculos. Embaixador Murata nos informou que os números totais das barras de combustível irradiado no local Daiichi Fukushima excluindo as hastes no vaso de pressão é 11.421 (396 +615 +566 +1.535 +994 +940 +6375).
    Perguntei topo combustível piscinas de Sr. perito Robert Alvarez, antigo conselheiro político sênior para o Secretário e Secretário Adjunto para a Segurança Nacional e do Meio Ambiente do Departamento de Energia dos EUA, para uma explicação sobre o impacto potencial dos 11,421 varas.
    Eu recebi uma resposta surpreendente do Sr. Alvarez [atualizado 4/5/12]:
    Nos últimos tempos, mais informações sobre a situação do combustível gasto no local de Fukushima-Dai-Ichi tornou-se conhecido. É meu entendimento que dos 1.532 conjuntos de combustível irradiado em reator n º 304 assembléias são frescos e não irradiado. Isso, então, deixa 1.231 irradiados barras de combustível irradiado na piscina n º 4, que contêm cerca de 37 milhões curies (~ 18 1.4e Becquerel) de longa duração radioatividade. O n º 4 da piscina é cerca de 100 metros acima do solo, é estruturalmente danificado e está exposta aos elementos abertos. Se um terremoto ou outro evento estavam a causar este piscina para drenar isso poderia resultar em um incêndio catastrófico radiológica envolvendo cerca de 10 vezes a quantidade de Cs-137 liberado pelo acidente de Chernobyl.
    A infra-estrutura para remover com segurança esse material foi destruído como foi nos outros três reatores. Combustível gasto reactor não pode ser simplesmente levantado no ar por um guindaste, como se fosse carga de rotina. A fim de evitar exposição à radiação graves, incêndios e explosões possíveis, ele deve ser transferido em todos os momentos em água e fortemente protegido estruturas em barris secos .. Como esta nunca foi feito antes, a remoção do combustível gasto a partir das piscinas nas danificadas Fukushima-Dai-ichi reactores exigirá um grande e demorado esforço re-construção e será traçando em águas desconhecidas. Apesar da destruição enorme encaixotado no local Da-Ichi, tonéis secos segurando uma quantidade menor de combustível irradiado parecem ser incólume.
    Com base nos dados dos EUA do Departamento de Energia, assumindo um total de 11,138 conjuntos de combustível irradiado estão a ser armazenado no local da Dai-Ichi, quase todos, que é em piscinas. Eles contêm cerca de 336 milhões curies (~ 1,2 E 19 Bq) de longa duração radioatividade. Cerca de 134 milhões curies é Césio-137 – cerca de 85 vezes a quantidade de Cs-137 liberado no acidente de Chernobyl como estimado pelo Conselho Nacional dos EUA sobre a Proteção contra Radiação (NCRP). O inventário total de combustível gasto do reator no local de Fukushima-Daichi contém quase metade do montante total de Cs-137 estimado pelo NCRP ter sido lançado por todos os testes de armamento nuclear na atmosfera, de Chernobil, e plantas de reprocessamento de todo o mundo (~ 270 milhões curies ou ~ 9,9 E Becquerel 18).
    É importante para o público a entender que os reactores que foram operam ao longo de décadas, tais como aqueles no local Fukushima-Dai-Ichi têm gerado algumas das maiores concentrações de radioactividade do planeta.”

    Fonte (recente – o outro link foi prô saco):

    http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&prev=/search%3Fq%3Dinfowars%26hl%3Dpt-BR%26biw%3D1280%26bih%3D899%26prmd%3Dimvns&rurl=translate.google.com&sl=en&u=http://cryptogon.com/%3Fp%3D28497&usg=ALkJrhilf1dy2vOhnVHq1-AgsFthbcEHZg

    Véi, se bobear a gente só vê os dentes e cabelos caírem sem saber o que tá acontecendo.

    hehe.

    Putz!

    :-/

     
  7. Brancaleone, Broncão para os chegados...

    abril 8, 2012 at 7:16 pm

    Engraçado com quase todo mundo acha que os EUA e Israel são o “mal na terra” e os Iranianos são os “coitadinhos”, vítimas indefesas da sanha judaico cristã anglo saxônica.
    Com certeza a aliança EUA Israel é nociva mas convenhamos que os líderes iranianos não são lá aquele primor de bondade e candura.
    Não se pode esquecer que os líderes árabes que se impõe às custas de pancadas e eleições fraudadas usam a ‘guerra santa’ (e muito lucrativa) e a promessa de varrer Israel do mapa, como argumento para manter seu povo assustado.
    Cá com meus botões não duvido que os líderes iranianos arriscariam uns traques atômicos sobre Tel Aviv se isso assegurasse uma reeleição ou seja, a tão falada “paz no oriente” é titica de galinha TAMBEM para os líderes iranianos e alguns outros. Pode-se afirmar que o tiranozinho da Síria A-DO-RA-RIA uma guerrinha por lá e assim desviar a atenção do mundo da sua ditadura.
    De fato, os atuais líderes árabes – quase todos na marca do penalti democrático – querem mesmo é ver o circo pegar fogo (fogo nuclear e de poços incendiados…) e assim militarizarem seus países e adiarem por umas dezenas de anos a implantação desta invenção ocidental da democracia.
    Os de visão restrita e inteligência pequena tendem a demonizar apenas os EUA e Israel, com aquele pensamentinho limitado da “esquerda moderna” (uma contradição em termos…) onde prevalece a idéia de que qualquer coisa (qualquer coisa MESMO) que incomode os EUA é bom para os objetivos da comunistaiada.
    Nos anos 30 o nazismo prosperou na Alemanha justamente por conta de gentinha que considerava a tal “paz” como justificativa para aceitar as imposições de Hitler ou seja, o temor de uma guerra acabou por desencadear a Segunda Guerra. Talvez se tivessem invadido a Alemanha aí por 1938 ou 1939 teria-se evitado tudo aquilo.

     
  8. Proftel

    abril 8, 2012 at 4:44 pm

    Parece que o cara tem uma bola de cristal … .

    hehe.

     

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