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Open de sexta-feira 13

13 abr
 
12 Comentários

Publicado por em abril 13, 2012 em Uncategorized

 

12 Respostas para “Open de sexta-feira 13

  1. Patriarca da Paciência

    abril 15, 2012 at 2:46 pm

    Proftel,

    sugestão para um post:

    Ascensão e queda de Demóstenes
    O destrambelhamento do parlamentar – eleito pelo antigo PFL, reconvertido ao DEM e agora sem legenda – reflete de forma adequada a incapacidade da oposição conservadora em encontrar um prumo para balizar sua ação política e sua estratégia eleitoral. Girando de forma aleatória, feito biruta de aeroporto, esses indivíduos parecem se deixar levar pelas correntes de vento e não conseguem traçar uma rota para si mesmos. E encontram na benevolência dos grandes órgãos de comunicação uma tábua de salvação para orientar sua ação no cotidiano. Tudo se passa como se a grande imprensa terminasse por dar a linha de ação dessa oposição, ainda sempre tão saudosa dos tempos da hegemonia neoliberal.

    Mas quando a situação de Demóstenes esquentou, esse passado de ajuda foi esquecido num piscar de olhos. Dos píncaros da glória ao rés do chão do ostracismo, tudo foi uma questão de horas. Isolamento das demais forças da direita oposicionista, ameaça de expulsão de seu próprio partido e sério risco de perda do mandato. E dá-lhe as TVs e os jornais a reforçarem as denúncias contra aquele que sempre havia contado com seu apoio para chegar aonde tinha chego, pelo menos até anteontem. Até o momento, não consegui encontrar uma única notinha do tipo “erramos”, uma desculpa mínima a respeito de tanta propaganda enganosa, levada aos leitores desde o início de 2003.

    É longa a lista das sucessivas derrotas sofridas por esses representantes políticos durante os últimos tempos. Por exemplo: i) eleição presidencial em 2010; ii) não reeleição de lideranças como Senador Arthur Virgílio (AM); iii) ruptura da turma liderada por Kassab e criação do neo-governista PSD. Com isso, a estratégia do financismo teve que sofrer alguns ajustes de conduta.

    Até então, a tarefa de bater duro e publicamente no governo vinha pelo lado de tais personagens. Isso porque é sempre necessário e interessante desgastar um governo no qual eles não se sentem assim tão confortavelmente representados. Por mais que os sucessivos governos, desde a estréia de Lula na Presidência e Demóstenes no Senado, tenham desenvolvido políticas econômicas conservadoras e atendido às demandas do capital financeiro, parece evidente que não se trata de um governo composto de pessoas de total confiança da banca. Que saudades de um Palocci ou de um Henrique Meirelles…

    A estratégia do financismo
    Ora, na impossibilidade de fazer ecoar suas pretensões pela boca de parlamentares autênticos na defesa do manual de sobrevivência do financismo, os representantes do capital financeiro ampliam sua penetração pelos órgãos de comunicação. Artigos, colunas, editoriais, pauta de reportagens especiais. Por aí são destilados os venenos em pequenas doses ou lançados os petardos retumbantes contra o governo e suas tentativas mais recentes de operar mudanças em alguns detalhes da orientação da política econômica. Tudo se passa como se os oráculos do capital financeiro estivessem a bradar, temendo que sua mamata esteja chegando ao fim. Na verdade, eles mesmos sabem que não é bem assim. Afinal, como diz a letra do funk, ainda “tá tudo dominado”. Eles não têm muito com o que se preocupar no essencial. Mas que eles devem ter umas saudades enormes do tempo da ortodoxia plena e radical, de antes de 2008, disso não existe a menor dúvida.

    Uma linha de atuação é a tentativa de desacreditar a política econômica em termos gerais. De acordo com essa argumentação, o governo estaria promovendo uma grande enganação contra nossa sociedade, pois as premissas básicas do Plano Real e da estabilidade econômica teriam sido abandonadas, sem que ninguém percebesse. E tentam fazer seu alerta, fazendo uso de seu catastrofismo de plantão, que lhes é tão peculiar quando têm seus interesses contrariados. Terrível: o tripé do Plano Real de 1994 teria desaparecido. Senão, vejamos: i) o regime de metas de inflação não existe mais, pois o governo não se preocupa com o centro da meta; ii) o regime de liberdade cambial também é inexistente, pois o governo vive intervindo no mercado de câmbio e não deixa a taxa se afundar de vez, como os especuladores gostariam; iii) o regime de superávit primário seria para inglês ver, pois a gastança pública continuaria a todo vapor. Por dever de ofício, sou obrigado a dar o contraponto.

    Como se pode perceber, são argumentos risíveis, típicos do sujeito que se encontra encostado no canto do ringue e não vê saída a curto prazo. Como a realidade demonstra outra coisa, ele abusa do recurso à retórica e cai no descrédito. Ora, o regime de inflação está muito bem mantido, sim senhor. Como sempre esteve desde o início, com um intervalo de 2 pontos percentuais para baixo e para cima do centro da meta, atualmente fixada em 4,5% ao ano. Em nenhum momento desses 18 anos a meta foi deixada de lado. A crítica generalizada da sociedade ao processo de valorização de nossa moeda, o real, existe exatamente pelo fato do governo manter um pé preso na crença da liberdade cambial. Na verdade, o governo deveria mesmo é abandonar essa ilusão e estabelecer mecanismos de controle sobre o fluxo de capital financeiro especulativo. A maioria do País agradeceria e os escribas do financismo, aí sim, teriam razão em sua choradeira, hoje ainda injustificada.

    Quanto ao superávit primário, tampouco há dúvida a respeito de sua vigência plena e absoluta. Quase a metade do Orçamento da União de 2012 está comprometida com rubricas financeiras e os representantes do governo se orgulham, a cada instante, em bater no peito, todos orgulhosos de seus compromissos com a responsabilidade fiscal.

    Inconformados com a concorrência
    Mas o que parece estar realmente incomodando a banca privada é a decisão recente da Presidenta Dilma de obrigar os bancos federais – Banco do Brasil (BB) e Caixa Econômica Federal (CEF) – a reduzirem seus “spreads” e oferecerem taxas de juros menos abusivas aos seus clientes. Aliás, a primeira questão que chama a atenção, nesse debate, é o fato dos sucessivos governos eleitos pelo PT terem esperado quase uma década para tomar uma decisão tão simples e ordinária como essa! E, em mais uma dessas coincidências da história, foi necessário que o Demóstenes caísse em desgraça política, mais de 9 anos depois de sua estréia no Senado, para que o governo resolvesse começar pelo óbvio. Baixar os juros.

    Afinal, não se trata de nenhuma medida “revolucionária” ou desestruturadora do sistema financeiro. Nada disso! Aliás, o BNDES pratica linhas de crédito a juros reduzidos para os grandes conglomerados há muito tempo. E ninguém reclama. Agora, apenas foi recomendado aos bancos subordinados ao governo federal que deixassem de atuar como agentes comerciais privados e passassem a se comportar como rezam seus estatutos: instituições públicas. Simples assim. Ah, mas isso a banca privada não agüenta. Onde é que já se viu? Agora eles sendo obrigados a se adaptar à concorrência promovida pelo setor público e sendo obrigados a reduzir suas margens de ganho fácil? Que absurdo, não é mesmo?

    E como não têm mais tantas vozes cativas, como a de Demóstenes, para proferir os discursos que desejariam ecoar no Parlamento, continuam a investir nas tintas e nas telas. A última safra de artigos procura mostrar que não são os elevados “spreads” que mantêm as taxas de juros das operações de crédito nas alturas. A culpa é dos impostos, da alta inadimplência, do custo Brasil e por aí vai. E que, portanto, (reparem na sofisticação do argumento!), o governo estaria promovendo uma “concorrência desleal e irresponsável” ao baixar “artificialmente” a taxa de juros na ponta do balcão do BB e da CEF. Ou seja, criando insegurança e gerando incerteza no mercado financeiro.

    É risível, concordo. Mas não subestimemos a capacidade de reação, de influência e de “lobby” dos representantes desse setor junto aos tomadores de decisão. O governo precisa ainda avançar muito no detalhamento e regulamentação desse tipo de postura, para garantir que a taxa de juros baixe para o tomador no balcão e seja um fator de concorrência, obrigando finalmente os bancos privados a trilharem o mesmo caminho. Uma necessidade, por exemplo, é assegurar condições plenas de portabilidade aos correntistas e oferecer ampla transparência a respeito das taxas e condições oferecidas pelas instituições do mercado financeiro. Veremos.

    Paulo Kliass é Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, carreira do governo federal e doutor em Economia pela Universidade de Paris 10.
    http://adf.ly/7SUEX

     
  2. Patriarca da Paciência

    abril 13, 2012 at 10:16 pm

    É issso aí, caro Proftel,

    O Surf apareceu algumas vezes mas nem sequer respondeu aos questionamentos que fizemos.

    O HRP anda sumido.

    O Brancaleone, às vezes, aparece, mas diz que anda carregado de serviços.

    A turma anda mesmo desanimada!

    Mas quem sabe um dia a coisa melhora!

    Acho também que você deveria comunicar para os contatos o novo link do Altofalante. Penso que tem muita gente que não conhece o novo link.

     
    • Proftel

      abril 14, 2012 at 3:38 pm

      Patriarca da Paciência:

      Olhe, quando a gente começou a bagaça (eu e o Fred) mandei e-mail para todos os conhecidos, entrei no Firula e em outros blogs e, na cara dura deixei o link daqui.

      Você pode tentar, eu já fiz e não farei mais.

      Quem veio, veio. Quem não viu (ou viu e não gostou), não viu.

      Blogueiro aqui no Brasil é reconhecido quando está na mídia, tanto faz se é por bem ou nas páginas policiais.

      Um mané Técnico em Informática, Geógrafo, ex-professor universitário paulista morando em Goiás não apresenta “must”.

      Brigadão aí.

      🙂

       
      • só quero vê no que vai dá!

        abril 14, 2012 at 3:45 pm

        Proftel, libera meu comentário lá no outro post e nada de terminar com a “bagaça”, hein??

        Ou será que vai ficar aguardando moderação este tbém??

         
        • só quero vê no que vai dá!

          abril 14, 2012 at 3:49 pm

          Ops! agora já nem aparece mais…foi abduzido! 😦

           
        • Proftel

          abril 14, 2012 at 10:46 pm

          Só Quero vê no que vai dá!:

          Olha, aqui na bagaça já foram 212 posts e 6.517 comentários feitos bem como 6.517 comentários liberados, aqui quem fala tá liberado.

          Faz parte da coisa, é do nosso princípio liberar tudo.

          Não entendi onde foi parar esse seu comentário, eu já liberei até gringo falando em inglês por aqui, já liberei comentário em espanhol e o quiprocó a quatro.

          O que chega aqui a gente libera e mete bala de boa, pode crer.

          🙂

           
  3. Proftel

    abril 13, 2012 at 7:13 pm

    Andei meio sumido, foi uma semana do cão.

    Duas semanas anteriores à Páscoa o sistema onde são anexados os processos do trampo da tarde entrou em colapso, ficou instável e o pessoal não conseguia anexar os processos digitalizados no sistema, foi um caos. A coisa pegou no Brasil inteiro.

    Aquilo é uma linha de montagem, os processos entram, passam por uma triagem, os que não estão lançados vão para um setor e daí para a digitalização e depois para os procuradores, os que estão lançados no sistema vão direto para a digitalização e depois para os procuradores.

    Dos procuradores alguns vão direto para “implantação” (de benefícios), outros para a “trabalhista” e outros para a “expedição”.

    Tomadas as providências os processos são encaminhados para a expedição onde voltam às comarcas de origem (a grande maioria).

    Quando senti que a bagaça estava desandando com prateleiras cheias de processos em todos os setores (menos na expedição, claro), criei por conta própria uma pasta no Servidor com o nome “Processos_Digitalizados” e, dentro dela outra pasta com a data de início (exemplo: “Digitalizados_20_03_2012”, “Digitalizados_21_03_2012″…).

    Cheguei nos procuradores e disse:

    – Olha, a coisa precisa funcionar, se o sistema tá lento hoje e ficará pela minha intuição um bom tempo (não deu outra, ficou quase duas semanas e meia), um dia irá melhorar, a gente lança depois as digitalizações…. . Os prazos judiciais não podem esperar o sistema voltar ao normal… .

    Recebi aprovação dos procuradores que estavam por lá (o chefão estava de licença médica, foi aquele que pegou a gripe suína junto com o procurador que morreu, lembram do post?).

    Daí pra frente o pau comeu como se o sistema estivesse funcionando a contento.

    Não tive nenhum elogio (nem gostaria, ficaria constrangido pacas, é papel do Técnico nessas horas apresentar solução decente, é dever de ofício) e nenhuma contestação do tipo “e se….”.

    Todos assimilaram a ideia e a coisa funcionou até que… . O sistema voltou ao normal dia 18/04… .

    Copiei todas as pastas numa das minhas pendrives e botei no bolso do colete.

    Imaginem pra quem sobrou lançar as digitalizações no sistema né?

    Sim, pra esse que vos fala.

    Trabalhei rasgado no feriadão (aqui no computador de casa, tenho loguin e senha de Administrador e posso fazer o procedimento) e mais de segunda até ontem a tarde (12/04) só lançando no sistema a bagaça digitalizada.

    Bom, espero que vocês compreendam meu “sumiço” depois dessa explicação.

    Bração aí.

    🙂

     
  4. Proftel

    abril 13, 2012 at 6:42 pm

    Patriarca da Paciência:

    Post sugerido está acima.

    🙂

     
  5. Patriarca da Paciência

    abril 13, 2012 at 6:20 pm

    Acho que história de que os homens “comiam” as mulheres é coisa do passado.

    Agora são as mulheres que andam “comendo” os homens.

     
    • Proftel

      abril 14, 2012 at 3:57 pm

      Patriarca da Paciência:

      Onde?
      Onde?
      Onde?

      Moro e resido numa cidade que se gaba de ser a “Maior Cidade Evangélica do Brasil”.

      Se eu não tivesse a minha pode crer que estaria ferrado (as católicas daqui são mais “carolas” que as evangélicas).

      Há o outro lado da moeda, a cidade (segunda no Estado em tamanho) também apresenta o maior índice de AIDS do Estado.

      Volta e meia em conversas de botequim eu falo prô pessoal: Os caras aqui na cidade pegam AIDS e viram “Evangélicos” ou “Crentes” esperando salvação, tem jeito não…

      Nunca vi gente tão “canguinha” como os goianos, andam de cabeça baixa pra procurar moeda no chão, o Sertão vai virar mar e Goiás uma “cachoeira”, outra, nunca vi tantos caras “profissão marido” como há por aqui (as mulheres trabalham e os caras ficam em casa sem fazer nada – eu como paulista se me sentiria envergonhado, preferiria me separar da patroa se não conseguisse a sustentar – aqui é normal uma situação assim).

      Outra coisa que DETESTO aqui em Goiás, está “incutido” na cabeça das crianças (e, olhe que estou aqui a 14 anos, já lecionei de “quinta série” até universidade), sei do que tô falando.

      O povo daqui tem duas “tiradas” na “ponta da língua”:

      1 -“Isso é custoso” (mais ou menos para os paulistas como: “isso é difícil”);

      2 -“Não dou conta” (não consigo fazer).

      Cara, fico puto da vida quando ouço essas ou só uma das frases no trampo!

      O filho da p*** nem tenta aprender, não pergunta “como é que faz a coisa” e já solta um “isso é custoso, não dou conta”.

      Te juro, é dukarai.

      Desculpe o desabafo, ainda há mais pra falar (principalmente sobre horário, aqui parece que ninguém usa relógio) e se bobear vou preso por falar a verdade de como é a coisa por aqui.

      🙂

       
  6. Patriarca da Paciência

    abril 13, 2012 at 6:19 pm

    Proftel,

    já que ninugiém aparece para conversar, vou repetir o post para servir de tema.

    Um alemão de 43 anos chamou a polícia depois de sua parceira trancá-lo no quarto e exigir mais sexo.

    O caso ocorreu em Munique, ganhou destaque nos jornais locais e chamou a atenção da imprensa internacional.

    Tópicos relacionadosInternacionalDe acordo com a polícia da cidade, o homem se refugiou no balcão do apartamento e pediu ajuda por telefone.

    O casal teria se conhecido em um bar e concordado em fazer sexo casual na casa da mulher, de 47 anos.

    Segundo a revista Stern, o homem contou à polícia ter feito sexo com a mulher várias vezes.

    Já satisfeito, porém, ele se viu impedido de deixar o quarto, trancado pela parceira, que queria mais sexo, segundo informou a agência de notícias DPA.

    A mulher poderá ser processada por coação e cárcere privado”

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/04/120413_alemao_exausto_sexo_rp.shtml

     
    • Proftel

      abril 13, 2012 at 8:58 pm

      Patriarca da Paciência:

      Você está certo quando diz “ninguém aparece para conversar”.

      Hoje achei as estatísticas do WordPress que o Fred postava no começo.

      Olhe;

      Há muita gente acessando a bagaça mas poucos comentando.

      Até pensei em fechar o barraco por conta da falta de comentaristas (porque como a Vida, tudo tem um fim), li epitáfios de alguns blogueiros.

      Meu instinto diz que não é agora e sabe porquê?

      Sempre há uma esperança quando se sabe d’um porto seguro, uma mulher madura ou um cara sincero para conversar.

      Só por isso que não mandei a bagaça prôs quintos.

      Creio nesse “Porto Seguro” que é o Alfalante.

      Deixo a bagaça aberta por conta disso..

      É um espaço que se me não custa nada além da energia, conexão e tempo (que administro como posso).

      Nem que fiquemos só nós aqui batendo papo, você sugerindo coisas interessantes e eu também, mesmo que não apareça mais ninguém, creio que ainda vale a pena manter a bagaça.

      Bração aí.

      🙂

       

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