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Open da viagem triste:

30 maio

Pessoal, não não me cansei do blog de jeito nenhum!

Alguns problemas de saúde com meu Pai se me deixaram fora por uma semana e ainda não estou muito legal tendo em vista o serviço acumulado no (s) trampo (s).

Não brinco em serviço (nem aqui nem lá) e vocês sabem.

Ando meio sem inspiração, se me perdoem.

A notícia boa é que Deus existe e nem o médico entendeu como um tumor fecha um tipo de sonda entre o Pâncreas e o Duodeno (se não me falha a memória foi isso que ele, pasmo, me passou no domingo pela manhã). Na quinta-feira anterior ele disse que talvez meu Pai não “passasse do domingo”.

Dormi duas noites com meu Pai no Hospital (quarta pra quinta (junto com meu filho mais velho) e de sexta pra sábado com meu filho mais novo).

Na ida fui de avião e havia uma chave phillips esquecida na mochila (duas, uma com o Notebook e outra com roupas). Me barraram na “xerox” do Aeroporto e quando o cara viu minha cara quando ele falou em “descartar” a ferramenta deu uma segunda opção – deixar com alguém do lado de fora (foi o que fiz, deixei com um atendente da lanchonete já conhecido).

Santos é uma cidade linda, sofisticada (conexão wireless pra tudo quanto é lado, algumas até decentes), cheia de gente (demais), “cara” demais, “politicamente correta” e desconfiada demais para meu gosto goiano adquirido nos útimos quinze anos.

Uma cidade onde (e isso serve à Sampa também) qualquer “sigurança” aponta pra você e diz: “isso não pode!”

Como cordeirinhos TODOS baixam a cabeça, metem o “rabo” entre as pernas, saem de fininho (deve ser coisa dos dezoito anos de lobotomia que o PSDB fez).

NINGUÉM pergunta: “Não pode porquê?”. NINGUEM contesta porra nenhuma! Seguem como cordeiros (ou como dizem os gringos “sheep” – no sentido de estúpidos.

Comprei algumas brigas na Baixada a saber: com gerente de hotel, segurança de hospital, segurança de padaria, motorista de ônibus (na volta). Até “brigas” que não eram minhas eu “comprei” como a d’uns carinhas de Sorocaba – o “gerente” do hotel tentou dar uma de “babaca”, pasmem o motivo: Não queria deixar o motorista da firma subir pra ajudar os caras buscarem as malas do quarto pra viatura!  Tem dó!

Se me desculpem os meus conterrâneos mas, é a primeira vez em muitos anos que não fiquei na casa da minha mãe, fiquei sozinho fora, num hotel. Estou apenas relatando uma vivência de seis dias mas, nasci na Baixada, sei como era e vi como está. Juro que não dá muita saudade.

Bom, é isso.

🙂

* Não passei no “corretor ortográfico”, foi d’uma penada só, sei que há erros (muitos), relevem.

 
3 Comentários

Publicado por em maio 30, 2012 em Uncategorized

 

3 Respostas para “Open da viagem triste:

  1. Jose Mario HRP

    maio 31, 2012 at 10:29 am

    Beleza que teu pai melhorou.
    E lembre sempre quem pede com fé sempre é ouvido.
    Uma hora a morte vem mas há o tempo certo .
    Quanto a velha e de nariz pra cima Santos, não é mais aquela interiorana, mas pensa que pode mais do que pode!
    E haja carro e saco naquelas ruas pequenas!
    Enfim uma boa noticia!

     
    • Proftel

      maio 31, 2012 at 9:14 pm

      HRP:

      Grato!

      Foi o que eu disse, nem o médico entendeu o que houve…. .

      🙂

       
  2. Proftel

    maio 31, 2012 at 1:27 am

    Pessoal, esse Open está mais pra esclarecimento do que pra conversa suponho.

    Vamos aí pra cima bater papo.

    🙂

     

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