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Marcas/Modelos/Nomes:

28 dez

Motocicletas japonesas no Brasil tem um longo histórico de significados depois da cilindrada:

Em 1976 surgiram as CG-125, foi a maior CaGada de acerto da Honda;

Em 1977 a Yamaha lançou as RS-125 que foi alcunhada por um mecânico português quando tentou acertar o ponto do platinado e disse: “- Rrrrrrrrrrrrráio_Srrrrrrrrrr c’o partam” e os engenheiros japoneses entenderam só o R e o S do portuga e acharam que tava bão passado essa sigla;

Depois veio uma moto “nova”, outra 125 da Honda chamada “ML-125”, os engenheiros japoneses aumentaram um dente ou tiraram outros da relação, pintaram uns troços doirados no tanque e nas laterais e, gostaram da alcunha “Muito Lápida” (muito rápida) daí o “ML”;

Na sequência a Yamaha lançou em 1979 uma motocicleta com motor nacional, a RX-125. O “RX” vem de “RoXo” que como eram e no mínimo ficavam os caras que compravam essas motos que viviam caindo por conta dos amortecedores traseiros nacionais (que faziam a balança traseira alterar o ângulo nas curvas), o barulho infernal do escapamento dentre outros defeitos sérios);

A Honda se superou na época lançando a “Turuna”, uma moto vistosa com nove litros no tanque, tinha freio a disco (com cabo de aço) na roda dianteira.

Aqui vale uma observação: Não sei quem matou mais motoqueiros, se a RX com o amortecedor ou a Turuna com a “flexada” que dava quando você acionava o freio dianteiro.

O nome Turuna é indígena cêis sabem. De certa feita vi um colega meu garrar no freio dianteiro e ele quase capotou literalmente em asfalto seco. De outra feita vi outro colega frear a porra da Turuna e o guidon quase pegar o tanque no joelho dele, era uma motocicleta muito perigosa de tocar. As RX-125 eram muito perigosas nas curvas principalmente com garupa, você entrava na curva e não sabia nunca quando e como iria sair se “deitasse”.

A Yamaha depois disso lançou uma “chopper” RX-180 cilindradas que era uma bosta, a Honda lançou a CB-400 ibidem.

Aliás, “CB” sempre significou “Cê Besta!” e explico: As “CB’s” sempre apresentaram os dois problemas de amortecedores traseiros inseguros e freios dianteiros estranhos além do quê, a ergonomia dos guidões apresentados na época não condizerem com a utilização das motos no Brasil.

Outra coisa a se observar quando você vê um “lançamento” os guidons das motos. Naquela época eram e vinham ergonomicamente feitos para japoneses, o porte dos brasileiros é maior fisicamente. Aquelas manoplas muito juntas em cima do joelho perto do tanque sempre jogaram muita gente no chão até para desviar de buracos.

Depois disso a Yamaha lançou a “DT-180” em 1982 logo todo mundo sacou que a sigla queria dizer “Dois Tombos” ou, “Duas Tranqueiras” de retífica nos primeiros 10.000Km rodados. Ainda por cima lançaram uma com cinco marchas quando o motor pedia sexta marcha direto (até parece essa Ténéré que comprei a três semanas, me sinto como se tivesse acabado de comprar uma DT-1982!).

No ano seguinte lançaram a DT-180 de seis marchas (Six-Speed). Tive uma 1985 que durou até me furtarem ela em frenta a faculdade em Santos-SP, estava com 18.000 Km e inteiraça).

Não pensem vocês que a coisa continua por aqui. Esses dias sentei numa “Fazer”, dei uma volta e me perguntei: o que “fazer aqui?”, dei uma volta numa Hornet e me indaguei: “que bom barulho, excelente escapamento pra me deixar surdo”.

Andei numa “Lander” e se me senti na Venezuela (“Lander é um município da Venezuela localizado no estado de Miranda”).

Há muito mais que vocês mesmos poderão complementar, só dei uma sacada histórica na coisa.

Há “Bizzzzzzzzzzzz”, “Fãnsssssssssssss”, “Crypton – eu que não gosto de Criptonita tô fora Kkkkkk), “Neo” (“neo” o quê?) Kkkkkkkkkkkk.

Intão pessoal, a coisa tá aí.

Um Excelente 2013 prôceis.

Atenciosamente.

Alexandre.

 
2 Comentários

Publicado por em dezembro 28, 2012 em Uncategorized

 

2 Respostas para “Marcas/Modelos/Nomes:

  1. Proftel

    janeiro 3, 2013 at 12:55 am

    Nina:

    O HRP é figurinha carimbada na Rede assim como o Patriarca e o Fred (aliás, o Fred fez cirurgia de próstata recentemente e continua em Natal, mande recomendações a ele). Todos os três você encontra no Facebook.

    Quanto ao Surfando na Jaca (também conhecido como “cavaleiro oculto” ou coisa parecida), a Memento (esposa dele), a francesa e o Chesterton (Chest) são pessoas do Rio de Janeiro-RJ de grande poder aquisitivo que aparentemente “sumiram”.

    Nina, você pode encontrar uma pá de gente dessas que você tem saudades conversando no Facebook com a “Dalva Teleginski Teleginski”, lá há uma muita gente que era do finado Weblog.

    Pode crer que o bate papo não terminou não!

    De boa.

    Bração aí !

    🙂

     
  2. Nina

    dezembro 30, 2012 at 1:56 pm

    Querido Alexandre “Proftel”,
    continuo não podendo falar sobre motos….
    Mas quero aproveitar o espaço para dizer que tô morrendo de saudades do meu menino HRP, do absolutamente destrambelhado “Surf” (ele me odeia, o que há de se fazer…), do Patriarca (sempre um gentleman), do (mais um gentleman) Fred, de todos, enfim…
    O mundo não se acabou… e não sabemos nem quando, nem como…
    Discórdia, porque???
    Quero paz, amor, saúde, alegria, e …. e……???? E o que, o que???
    O que cada um tiver em sua cabeça, e que achar que aquilo te faz feliz. Simples assim!
    Abração!!!
    Nina
    PS: Este Brancaleone é nota de R$ 3,00. Não existe!!! ISTO NÃO É UMA CRÍTICA, É UM BAITA ELOGIO!!!! Bjos prá “ôce” tbém, Brancaleone, e sua família…

     

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